As palavras amendoam o sorriso,conversam e conversam, deitados lado a lado
depois, e devagar, maciamente
passam à pele absoluta do silêncio
onde apenas a respiração marca o compasso
Friday, December 01, 2006 | 1 Comments
As palavras amendoam o sorriso,Thursday, November 30, 2006 | 2 Comments
O tempo, subitamente solto pelas ruas e pelos dias, como a onda de uma tempestade a arrastar o mundo,Thursday, November 30, 2006 | 1 Comments
"Sentia-me tão feliz que a beijava nas pálpebras, muito suave, e uma noite aconteceu como uma luz no céu: sorriu pela primeira vez."Wednesday, November 29, 2006 | 0 Comments
Arrastei os pés como chumbo e vivi cada dia não de cada vez mas como se não existissem de todo. Arrojei pelo chão os minutos atrás de mim como a cauda de um vestido antigo demasiado pesado para o meu corpo. Vesti-me de negro porque não fui capaz de tecer mais cores para me cobrir.Wednesday, November 29, 2006 | 1 Comments
Para onde corres?Wednesday, November 29, 2006 | 1 Comments
Tempo? Qual tempo?Tuesday, November 28, 2006 | 1 Comments
Uma história absorvente de apurado sentido estético, que nos expõe sem reservas as possibilidades de transfiguração da realidade. Mais do que falar de sonhos como um terreno fértil para dar asas à sua imaginação ou forma de escapar à realidade opressiva e frustrante, Michel Gondry dá-nos o mundo onírico como intrínseco à própria realidade e à resolução de problemas. Sonhar é apaziguar, concretizar, tomar balanço, sarar. Todas as possibilidades, todas as experimentações se dão no modular de cada momento como se fosse composto de partículas flexíveis e manipuláveis. A ciência dos sonhos é manter a pureza da infância, a capacidade de ser imperfeito e frágil, excentricamente diferente nas perspectivas da vida, tendo disso consciência, mas nem sempre controlo. É sobretudo uma fome imensa de fantástico, de beleza e de construção – de mundos, personagens e de histórias. O sonhador, os sonhadores são contadores de histórias que fazem do osso mais cru, do banal, a matéria inesgotável dos seus devaneios.
como esparguete... ;) Monday, November 27, 2006 | 2 Comments
Amar é reconhecer nos outros um ser misterioso, uma vibração que nos faz estremecer, a estreita presença de um corpo num promontório de uma alma. Aqueles que nos fascinam pela maneira como nos envolvem no seu mundo de magia e sedução refazem-nos do início. Todos os momentos é um amor interior que não fala. São oferendas de tudo o que existe do lado de dentro da pele. Quem o recebe à porta, sente-o, penetra no amago corpo, transforma-o em pregas de muda dimensão. Muda-me, por agora. Porque presumo que há-de ensinar-me o dobro das palavras que eu sei.
Sunday, November 26, 2006 | 0 Comments
Ao longo da muralha que habitamosFriday, November 24, 2006 | 3 Comments

Friday, November 24, 2006 | 1 Comments
Caiu a noite e com ela e lua começou a subir no horizonte. Está nublado, é certo, mas é bela de qualquer forma...Estendo-te a mão com pequeno presente de vidro: pequenino, bem embrulhado e com um laço abensonhado. Abre cuidadosamente, o amor é um objecto frágil.Thursday, November 23, 2006 | 2 Comments
Sabe bem ter-te por pertoWednesday, November 22, 2006 | 1 Comments
eu fui devagarinho, com medo de falharWednesday, November 22, 2006 | 1 Comments

Tuesday, November 21, 2006 | 0 Comments
Feeling the sweetness of dreamingSunday, November 19, 2006 | 0 Comments

Sunday, November 19, 2006 | 0 Comments


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