Sometimes...

Tuesday, October 23, 2007 | 1 Comments


...no matter how hard you try, thinks just doesn't go well.

To tired to be an optimist today..

Tuesday, October 23, 2007 | 0 Comments

A tinta escorria
deixando uma marca vaga
na sala antes vazia.

Imperfeito
o silencio
a luz aguada
o respirar bando das paredes
o sitío ermo
onde se rouba força ao nada.



Monday, October 22, 2007 | 0 Comments


Hoje ouço-te,
e tu?

O coração da casa....

Sunday, October 21, 2007 | 1 Comments


... já bate!

Caos vulnerability

Saturday, October 20, 2007 | 1 Comments


A nova cor lá de casa

Saturday, October 20, 2007 | 1 Comments

Paredes cor de café, daquele que provavamos em pequenas gotinhas na colherzinha minúscula com que os nossos pais o mexiam.
Paredes cor de areia, onde enterramos pés descalços, fizemos castelos e apanhamos conchas.
Paredes cor de orquídeas selvagens que contornamos com as pontas dos dedos.
Paredes cor de sangue, denso, quente, derramado em silencio no rumor da luta desesperada de vencer.

Misused Love

Friday, October 19, 2007 | 0 Comments

Olha para mim e diz-me o meu nome
Alguma vez me ouviste?
O meu rumor
a minha fome
sabes de mim mais
que um suspiro?

Sinto-a
Quero-a
afundo o desejo
na carne,
na saliva incadescente
dos lençóis.
Não quero que fale
não quero saber nada
Quero devora-la
e atordoar todas as dores
usa-la como escudo.
Sentir a pulsação
o ventre liso de ninfa
rasgar o torpor
gemer, uivar
adormecer quieto
no silencio.

Diz que me amas
diz qualquer coisa que seja
agarra-me

beija-me
viola todos sentidos
febril aniquilação
gemer, gritar
adormecer quieta
no silencio.

In a matter of speaking

Thursday, October 18, 2007 | 0 Comments



In a Manner of speaking
I just want to say
That I could never forget the way
You told me everything
By saying nothing

In a manner of speaking
I don't understand
How love in silence becomes reprimand
But the way that i feel about you
Is beyond words

Oh give me the words
Give me the words
That tell me nothing
Ohohohoh give me the words
Give me the words
That tell me everything

In a manner of speaking
Semantics won't do
In this life that we live we only make do
And the way that we feel
Might have to be sacrificed

So in a manner of speaking
I just want to say
That just like you I should find a way
To tell you everything
By saying nothing.

Oh give me the words
Give me the words
That tell me nothing
Ohohohoh give me the words
Give me the words
That tell me everything

Oh give me the words
Give me the words
That tell me nothing
Ohohohoh give me the words
Give me the words
That tell me everything

Adversidades

Wednesday, October 17, 2007 | 0 Comments













Há tempos difíceis de mudança, em que nos parece que recuamos mais do que avançamos, não obstante o esforço e o optimismo.
Aos poucos as coisas hão-de voltar ao seu lugar e havemos de superar todos os reveses, o primeiro é já já a seguir mudar-me para uma nova casita. Todos os desafios parecem colossais, mas havemos de conseguir. Todas as desarrumações prometem uma nova ordem. Vou construir um novo cantinho para bebermos chá e rirmos alto. Desta vez, fora do trenó, entrelaçamos cordas e puxamos juntas.

Uma carta por abrir

Monday, October 15, 2007 | 0 Comments

-Foi numa noite assim que te perdi, mas recupero-te. Escrevo mais do que devo, mas só porque te traz de volta a mim. Há dias em isso me agrada, mesmo que seja uma fantasia. Sinto de novo os teus abraços, sinto a tua presença, o teu calor e o teu sorriso colado à pele. Vejo-te perto, o teu corpo aproxima-se e eu toco-te, sinto o teu perfume doce e envolvo-me em ti, nas noites frias, nas noites de chuva e vento, nas noites estreladas da praia deserta ou da cidade rubra. Turva-se o tempo, turva-se a tua imagem…Onde estás? (Ouve, isto é loucura?) despido de roupa, despido do corpo - o vazio. Voltas sempre para me dares o teu ombro para caminhar. Só não entendo porque não me abraças, tantas vezes isso teria feito tanta diferença para me dar coragem. Gosto tanto quando o fazes.
- Bebe um copo comigo e vamos rir alto como se fossemos deuses jovens. Eu sei que não somos, que somos mortais e falíveis. Os deuses não precisam de casa, nem de adormecer nos braços de um ente querido. Eu tenho uma casa, nao é minha ao certo, apenas um sitio que aluguei e enchi de mim. Fica ao fundo da rua, a casa cor de rosa. Tocas à campainha e se eu não te abrir usa a chave que te dei. Abre a porta como se a casa fosse tua. Se não ouvires barulho algum, senta-te no sofá da sala, há lá um telefone, por baixo dele estará uma carta.

Desculpa o vazio, tentei organiza-lo o melhor que pude, mas obrigaram-me a levar tudo. Por mais que eu te queira dizer nos olhos a dor que sinto, falta-me a coragem, há algo que me dá um nó na garganta, talvez porque nunca antes me tinha sentido assim. Os problemas são como brocas que começam por um simples arranhão e vão cada vez mais fundo. Ajuda-me a passar estes dias que se amontoam sem que eu consiga trazer deles um sucesso. Tenho saudades de uma das tuas histórias, conta-me uma história tua, daquelas doces que trazes no bolso e contas com um sorriso radioso. Não tires esse sorriso da cara, mantém-te assim, és digna das mais lindas fotografias ou telas pintadas pelos melhores pintores, das tuas telas…Adoro ver-te assim. Se olhares para a parede atrás de ti, verás que a marca de uma moldura por baixo está uma caixa preta. tira-a de lá. tiraste? Podes abrir…Surpresa!!! Consegui encontrar um daqueles chapeuzinhos de que me falavas entusiasmada. Gostas? E tão delicado e feminino…
Queres saber, porque te digo estas coisas? Não sei, porque és uma pessoa que me deixa feliz quando passa por mim, só isso. Porque gosto de ti, sem mais nenhuma desculpa que me apeteça dar. A vida cumpre-se com ou sem a nossa participação e já são tantas as máscaras que pomos que hoje não me apetece. Hoje, entre tanta coisa efémera e certezas que deixam de o ser, só me apetece dizer uma coisa que não te dizia há muito tempo, que te amo muito.

Royale

Sunday, October 14, 2007 | 0 Comments

Já há algum tempo que andava para descrever um dos meus sitios preferidos que uma amiga me deu a conhecer recentemente. E delicioso. Não sei se por o ter descoberto pelos olhos dela e ela fazer-me sempre ver a beleza das coisas, mas a verdade é que se tornou um sitio especial para parar um pouquinho e saborear a vida. Há sitios assim, que se tornam referencias pelo acolhimento e pela historia que lá deixamos. O Royale Café, combina o estilo retro com um design sofisticado e actual, tem duas salas distintas e ainda um pátio interior muito agradável, com vegetação luxuriante e onde se pode beber o mais belo chá de rosas que se possa imaginar.

To where?

Saturday, October 13, 2007 | 0 Comments


Where can you go when you fit nowhere?
No home
No job
All your projects smashed
your dreams washed way?
How to start?
Where to start?
No matter what I do
I'm felling tearing apart
Tonight
I can dance for you all
I can smile and laught
I can entertain and love you all
inside I'm a breaking wall.

So sweet

Friday, October 12, 2007 | 1 Comments

Plain White Ts - Hey There Delilah



David Fonseca - Hold Still

Cinemania

Friday, October 12, 2007 | 1 Comments

Ora vamos lá actualizar os nossos registos cinematográficos. Esta foi uma semana em grande em termos de cinema, e pelo que é dado a ver pelas estreias que aí vêm, vamos continuar em aceleração.

Stardust - fantasia, estrelas e bruxas más com muita classe
Para quem à primeira vista embirra com filmes de fadas e seres afins (não é o meu caso) poderia ser um filme daqueles para desconfiar. Mas não é! O filme consegue captar o que o livro de Neil Gaiman nos oferece, um conto de fadas para adultos, com muito de irmãos Grimm mas também com o forte carimbo das vicissitudes da vida moderna. Tem um verdadeiro cheirinho dos filmes fantasistas dos anos 80, estilo Mulher-Falcão, com aquele toquezinho encantador de Never Ending Story, em que mais do que o estilo digital à vídeojogo estão as ideias e a magia única da boa literatura. Michelle Pfeifer está melhor que nunca na pele de uma bruxa deslumbrante, assustadora e poderosa, como só Pfeifer sabe ser. Única também é a personagem de Robert de Niro, na pele de um pirata não dos oceanos, mas do céu, que consegue ser o pirata mais gay desde Errol Flyn nos seus collants. E só de lembrar que este é um dos maiores intérpretes de personagens mafiosas de Hollywood. Respeitinho é o que é! Temos ainda personagens fabulosas interpretadas por caras conhecidas das britcoms como o caso de Ricky Gervais, o atrofiado chefe de Office. A não perder esta estrela!
.45 - Armas, porrada e vingança
.45 começa com Kat (Mila Jovovich) a descrever, naquilo que parece ser um flashback, as façanhas sexuais do seu namorado Big AL (Angus Macfadyen). Rapidamente a dinâmica do filme se altera, e depois deste registo humorístico que nos desarma, caímos num filme denso, de um realismo que nos mete o estomâgo para dentro. O crime, a venda de armas e a decadência suburbana que também inclui o roubo de pequenos aparelhos domésticos como torradeiras, dão o mote. O alcóol e a violência dão a justificação para uma vingança manipuladora e fria, de quem já perdeu tudo o que poderia um dia vir a ter. Não é um filme fácil. Jovovich dá-nos uma interpretação dura e implacavelmente realista de Kat, conseguindo pela primeira vez uma densidade dramática muito longe dos blockbusters a que nos vem habituando. Angus Macfadyen está portentoso, brutal na pele do bêbedo e ciumento Big Al. Sólidas também as interpretações de Stephen Dorff e da lindissima Aisha Tyler.

Planet Terror - cocktail de zombies, strippers pernetas e muito sangue
Se querem afastar alguém da vossa companhia por longos meses, levem-no a ver esta delícia psicadélica. Este filme de Roberto Rodriguez que nos EUA foi exibido juntamente com Á prova de Morte de Tarantino sob o nome de Grindhouse é um verdadeiro hino aos filmes de série B. Pujante, imaginativo, tresloucadamente delicioso, com a já típica vingança feminina, vai por certo deixar-vos demasiado agitados para que consigam dormir, mas é como um cacau quente: aconchega, embora seja um excitante por natureza. Sim eu sei que é violentíssimo e que tem mais sangue que uma matança de porco no Alentejo, mas é tão entusiasta, louco e politicamente incorrecto na forma como foi filmado que apenas me pode arrancar vivas histéricos e um lugarzinho especial nos meus filmes de culto, ao lado de Carpenter e Tim Burton, e de Sin City, em que Rodriguez conseguiu a salvação de coisas menos boas em que se meteu. Outra coisa auspiciosa é a curta-metragem que nos é servida, a jeitos de entrada quentinha de vole-au-vents chamada Machete. Ficamos a salivar pela longa.

Friendssss

Thursday, October 11, 2007 | 2 Comments

Playing love

Wednesday, October 10, 2007 | 0 Comments

Habibi

Wednesday, October 10, 2007 | 1 Comments


Há quem procure a sua alma gémea, perfeita (seja lá o que fôr que isto quer dizer) e igual a si.
Eu apenas procuro amar
desconsigo de amar alguém se essa pessoa me cativa
também não me esforço muito para contrariar isso confesso...

...e sendo assim, acontecem-me coisas espantosas.


Nasce sangue das minhas mãos,
o golpe
o corte
a sede maior,
a raiva,
o vazio,
...
Dor
nem expressão,
doentio desfazer
uma e outra vez
sede sabor a sangue.

Cheiro nauseabundo
do corpo
aberto
dilacerado
desfeito,
dedos como dados
terror
tédio.

Medo
monstro maior
Morte

Já nada em nós é humano.

Os meus quadros já respiram!

Tuesday, October 09, 2007 | 0 Comments

Olá amigos. Venho convidar-vos a visitar os meus trabalhos de pintura a óleo no meu site oficial:
(cliquem na imagem)

Estarei também presente em várias galerias nacionais e internacionais, das quais saliento a Galeria da Vinci: http://www.davincigallery.net/arte/artistPage.do?tab=artist&subtab=artist.list&username=mjamaica

Estão todos convidados para a 1ª Mostra Nacional da Galeria da Vinci, a decorrer na Galeria Adamastor na Foz do Arelho de 27 de Outubro a 30 de Novembro onde também irei participar com um trabalho ao lado dos excelentes pintores que formam esta comunidade artística.

Saudade...

Monday, October 08, 2007 | 0 Comments

Fecho os olhos e penso em ti. Vou no carro a ouvir uma música e penso em ti. Sento-me à mesa num sítio improvisado peço tapas e penso em ti. Descubro uma roupa gira numa loja e penso em ti. Ligas e fazes aquela tua voz meiga, quase infantil, e eu sorrio, deste lado. Fico assim quieta a ouvir e deixo que saia um risinho. Então, passo a mão pelo cabelo e entorto a cabeça num gesto de menina e lá estás tu, a tua voz doce, o teu ar terno como se fosse um abrigo. Gostava que estivesses comigo. Não a todos os minutos, não em todos os momentos. Apenas naqueles que posso partilhar contigo, que não me chega ser feliz, em que era preciso ver-te feliz para que a minha felicidade fosse completa.

Pag II do Livro de Eva

Sunday, October 07, 2007 | 0 Comments


Shakespeare podia ter vivido aqui. Podia
ter dançado na noite de S. João, quando o rio
transborda para as ruas nas correntes
humanas que as inundam. Podia ter escrito
nos invernos de ausência o que a noite
ensina sobre a privação. Podia ter
ensinado, à beira do cais, que o tempo lascivo
corre como a água, levando o que não há-de
voltar e trazendo o que nunca terá nome
nem corpo. As almas, que empalidecem quando
o sol poente se reflecte nos vidros,
cantam bruscamente o verão: reflexo de um
reflexo, frutos que se deixam colher pela
memória, seres sem ser que não hão-de voltar
a nascer: Mas o que ele cantou, podia
tê-lo cantado aqui. Todos os lugares são,
afinal, lugar nenhum para quem não habita
senão a própria voz: sonho de outra margem,
cantor perdido no labirinto das pontes. Perto
da foz, sem o saber; sonhando a nascente,
como se não fosse ele próprio a única fonte.
Nuno Júdice
Após algumas tentativas falhadas para instauração do regime republicano, este tornou-se uma realidade na manhã de 5 de Outubro de 1910, há precisamente 97 anos. Indissociável da implantação do novo regime é o nome do algarvio José Mendes Cabeçadas Júnior, ilustre louletano, então 2º Tenente da Marinha. Na madrugada de 4 de Outubro de 1910, Mendes Cabeçadas assumiu o comando do cruzador Adamastor e disparou os primeiros tiros da República. Coube também a um outro algarvio, artilheiro no Adamastor, o messinense Joaquim Primo António, bombardear o Palácio das Necessidades, onde, entretanto, o rei se refugiara, fazendo cair o pavilhão real ao 3º tiro. Poucas horas depois, a revolução estava consumada.
Em todo o país, as estruturas do Partido Republicano Português (PRP) eram uma realidade, já antes do 5 de Outubro. No caso concreto do Algarve, existia uma comissão distrital em Faro e comissões municipais na maioria dos concelhos. Os concelhos onde o PRP não conseguira estabelecer-se eram os de Castro Marim, Vila Real de Santo António, Aljezur, Vila do Bispo e Monchique, ou seja as áreas mais atrasadas da região, quer nos aspectos demográfico, económico e cultural, quer no político. Já nas eleições administrativas de 1908, o PRP havia conseguido a totalidade dos mandatos da Câmara Municipal de Lagos, que passou a dirigir, e obteve ainda representação na vereação da de Silves. Os grandes líderes do Partido Republicano deslocavam-se também com frequência à região algarvia, a fim de proferirem conferências nas colectividades existentes. Estas iniciativas tinham o apoio das elites locais, espalhadas um pouco por toda a região, nomeadamente Manuel Teixeira Gomes, em Portimão, Paes Pinto, Estêvão Vasconcelos, Tomás Cabreira ou Gonçalves Azevedo, entre outros.As principais alterações provocadas pelo novo regime pressupunham a consumação de uma profunda revolução cultural. Esta era apoiada na construção de um estado laico, no emergir de um homem novo e na ciência, considerada a força libertadora da escuridão e da cultura opressora da Igreja, onde o homem vivia sem consciência da liberdade. A República foi próspera na promulgação de um vasto conjunto de legislação e na alteração dos elementos basilares da própria sociedade em si.
A Lei da Separação do Estado da Igreja e a Lei do Ensino Infantil, Primário e Normal foram as que maior impacto produziram na sociedade de então. O Estado Laico exigia retirar Deus da Constituição, de todas as Instituições Públicas e do Ensino. Cessaram os juramentos sobre os Evangelhos, o chefe de Estado deixou de ser um representante de Deus na Terra, os bens da Igreja foram nacionalizados, o Estado assumiu a responsabilidade do Registo Civil dos cidadãos. Quanto à Instrução Pública, o Homem Novo seria moldado na Escola, esta instituição não se limitaria a ensinar a ler e a escrever, mas também a incutir nos jovens valores éticos, como o patriotismo e o amor ao trabalho. Também os professores primários seriam como que transformados nos padres laicos, adquirindo grande protagonismo na sociedade republicana. Para os republicanos, o «espaço público» constituía um excelente palco para a participação e emissão de mensagens políticas. Por isso, era necessário libertá-lo das procissões, dos símbolos religiosos nos edifícios públicos, bem como do controlo político-administrativo do sino. Privilegiavam-se as manifestações socializantes, de participação colectiva, capazes de atrair o público, como comemorações, homenagens, comícios, funerais civis, romagens, a Festa da Árvore, o 1º de Maio, actividades desportivas (o então jogo da bola, por exemplo) e manifestações musicais (grupos corais, tunas académicas). O próprio calendário foi republicanizado, sendo extintos os feriados religiosos e criados outros de intenção cívica: o 1º de Janeiro consagrado à Fraternidade Universal, 31 de Janeiro aos percursores e Mártires da República, 5 de Outubro aos Heróis da República, 1º de Dezembro à Independência de Portugal e 25 de Dezembro, consagrado à família. Foi igualmente abolida de todos os documentos oficiais a frase que seguia as datas «do nascimento do Nosso Senhor Jesus Cristo». O Governo da República legislou também os direitos dos trabalhadores por conta de outrem. Foram consagrados dois princípios fundamentais, o direito a um horário de trabalho previamente estabelecido e o direito ao descanso semanal, competindo às autarquias elaborar o respectivo «Regulamento», em conformidade com as especificidades de cada local.Dada a intranquilidade que se vivia com a implantação da República, uma vez que o poder caíra na rua, foi criada, a 3 de Maio de 1911, por Decreto, a Guarda Nacional Republicana e com ela estava à partida resolvido o problema da segurança.A República trouxe também novos símbolos nacionais. A Portuguesa de Alfredo Keil, proibida desde a efémera República do Porto, proclamada a 31 de Janeiro de 1891, foi adoptada como Hino Nacional em 1911. O real, a moeda até então utilizada, foi substituído pelo escudo, equivalente a 1000 réis. Uma nova bandeira bicolor – vermelha e verde - foi instituída por Decreto-Lei de 19/06/1911.A República teria contudo uma existência atribulada, os republicanos, que se mantiveram unidos nos últimos anos da Monarquia, não conservaram a mesma coesão durante os 16 anos da Primeira República, mas tal não se vislumbrava a 5 de Outubro de 1910, data em que o Algarve recebia a República em festa, mas também com apreensão.

Everywhere I go...

Thursday, October 04, 2007 | 0 Comments



Pipocas XXL

Wednesday, October 03, 2007 | 0 Comments

Pois é, temos ido ao cinema, mas essa rubrica ficou esquecidinha durante o verão entre brindes e animação, ora vamos lá fazer uma retrospectiva agora que os dias estão bons para naufragar no sofá ou numa sala de cinema perto de ti :)

RATATOUILLE
A bela "cidade-luz", a romântica Paris, lar dos melhores restaurantes do mundo, de comida refinada, criada por chefs e ... ratos?! Mais uma vez o diretor Brad Bird e o pessoal da Pixar revolucionam o mundo da animação e levam aos cinemas a história de um ratinho que tem como grande sonho tornar-se um cozinheiro! E como todos podem cozinhar, temos uma divertida comédia temperada com amizade, entusiamos e luta pelos nossos ideais. Uma iguaria rara!

Bourne Ultimatum

Antes de mais, há que dizer que a trilogia Bourne é espectacular como um todo e merece reconhecimento por actualizar o cinema de espionagem. "Bourne Ultimatum" regressa a uma cinematografia mais aberta e sem truques criando uma grande densidade na acção, permitindo ao espectador vibrar com cada uma das cenas. A realização é consistente, o guião fantástico e Matt Dammon, tem mais uma grande prestação, fazendo-nos esquecer que estamos a olhar para uma tela.

A Face Oculta de Mr. Brooks Um thriller brilhante de Bruce Evans. Um argumento nunca previsível que nos atrai para a teia de um serial killer, sociopata. Descrever mais seria levantar o véu que apenas o escuro do cinema esconde, onde ninguém está a olhar e somos apenas o que somos, sem máscaras.
http://www.theressomethingaboutmrbrooks.com/main.htm

Declaro-vos Marido e... Marido
Leve, divertido com muitos clichés à mistura, mas também uma abordagem a inúmeros problemas queer. As tropelias de uma amizade e as conotações do amor em que a sociedade se enlia e cora. Sinónimo de noite bem passada.
http://www.chuckandlarry.com/

Next- Sem Alternativa
Cris Johnson tem um segredo que o atormenta: consegue ver alguns minutos do futuro. Farto dos exames efectuados durante a infância e do interesse do governo nas suas capacidades ele vive sob um nome falso em Las Vegas, sobrevivendo de expedientes. Quando um grupo terrorista ameaça detonar uma bomba nuclear em Los Angeles, a agente federal Callie Ferris tenta capturar Cris para o convencer a ajudar a deter a ameaça.
http://www.nextmovie.com/

Morte num funeral
No ambiente frágil e delicado, expectável no velório, o caos instala-se quando os efeitos do romance, inveja, familiares distantes, alucinogénios, segredos obscuros... uma desconstrução hilariante de todos os comportamente socialmente definidos para uma circunstância socialmente formatada e constrangedora. Um humor british 5*. Vão ver!!!!
http://www.deathatafuneral-themovie.com/


E já chega! Quando virem estes traremos mais novidades.














Digo que no puede decirse el amor.
El amor se come como un pan,
se muerde como un labio,
se bebe como un manantial.
El amor se llora como a un muerto,
se goza como un disfraz.
El amor duele como un callo,
aturde como un panal,
y es sabroso como la uva de cera
y como la vida es mortal.

El amor no se dice con nada,
ni con palabras ni con callar.
Trata de decirlo el aire
y lo está ensayando el mar.
Pero el amante lo tiene prendido,
untado en la sangre lunar,
y el amor es igual que una brasa
y una espiga de sal.
Jaime Sabines


Te recuerdo como eras
Te recuerdo como eras en el último otoño.(…)
En tus ojos peleaban las llamas del crepúsculo.
Y las hojas caían en el agua de tu alma.
Apegada a mis brazos como una enredadera,
las hojas recogían tu voz lenta y en calma.(…)
Siento viajar tus ojos y es distante el otoño:(…)
Cielo desde un navío.
Campo desde los cerros.
¡Te recuerdo es de luz, de humo, de estanque en calma!
Más allá de tus ojos ardían los crepúsculos.
Hojas secas de otoño giraban en tu alma.
Pablo Neruda

Tuesday, October 02, 2007 | 0 Comments

Sei que estás longe quando querer-te não é o suficiente para te trazer para perto, te entrelaçar nos dedos e adormecer no teu perfume como na dobra de um cobertor fofo.

Human Nature

Monday, October 01, 2007 | 0 Comments

Life is real

Sunday, September 30, 2007 | 0 Comments

ACABOU!!!!

Saturday, September 29, 2007 | 0 Comments




















Finalmente terminei! Yupiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
Depois de um ano de noites mal dormidas, muitos trabalhos, muitas leituras, muita tortura numérica, mas também muitos novos colegas, muitas borgas, muitas risadas e novas aprendizagens chegou ao fim a minha Pós-Graduação!
Agora é carregar baterias e deitar mãos à obra para aplicar o que trago na bagagem.
Bora celebrar!?

Um presentinho musical

Friday, September 28, 2007 | 0 Comments

Carla Bruni tem novo álbum, e há videos aqui.



Thursday, September 27, 2007 | 0 Comments

"Quem já passou por essa vida e não viveu
Pode ser mais, mas sabe menos do que eu
Porque a vida só se dá pra quem se deu
Pra quem amou, pra quem chorou, pra quem sofreu
Ah, quem nunca curtiu uma paixão nunca vai ter nada, não
Não há mal pior do que a descrença
Mesmo o amor que não compensa é melhor que a solidão
Abre os teus braços, meu irmão, deixa cair
Pra quê somar se a gente pode dividir
Eu francamente já não quero nem saber
De quem não vai porque tem medo de sofrer
Ai de quem não rasga o coração, esse não vai ter perdão
Quem nunca curtiu uma paixão, nunca vai ter nada, não"

Vinícius de Moraes

Underlove

Thursday, September 27, 2007 | 0 Comments

Acordas-me de noite. Acordas-me dentro da noite e eu estremeço. Os teus passos fazem ressoar os meus passos. Ensaiamos mil gestos de amor, sem nunca roçar os lábios, apenas a superfície da pele sabe de que somos feito, sabe cada pormenor do nosso prazer mais pequeno como se houvesse nela um rasto antigo. Nunca dormi contigo, nem nos teus braços, nem na tua cama, mas adormeço com o cheiro das nossas aventuras, descobertas e segredos como na volúptia de uma dança. Eu sei que tu entendes esta maneira de amar, de partir e repartir o corpo em pedaços de pão para dar. Sou livre como a copa das árvores e Homem como as suas raízes, a minha natureza...bem é peculiar é certo, mas, meu caro, se ao longe todos somos normais e tragáveis, à lupa todos nós bichos esquisitos com mundos debaixo da cama.
Adormeço com uma vontade imensa que tu sejas eu e o contrário e de ver tudo pelos teus olhos, mais altos, mais claros, mais desregrados.
Hoje amo-te com todas as forças, amanhã não sei, mas amanhã tu já não serás outro, serás também eu.

The velvet underground - Femme fatale

Wednesday, September 26, 2007 | 0 Comments

O meu "Eu Electrónico"

Tuesday, September 25, 2007 | 1 Comments

A convite do meu bom amigo Vasco Sousa, director da revista Inovar-te foi-me pedida uma pequena dissertação (tenho um fetiche com esta palavrinha) sobre a minha personalidade electrónica. Neste caso escolhi o meu eu blogónico para fazer as honras da casa. E, em primeiríssima mão para todos os visitantes que borboletam por aqui (para os comuns dos mortais será publicado no nº 6 da Inovar-te), rezava qualquer coisa assim:

"Qual Alice no País das Maravilhas redescubro-me em novos personagens e cenários neste mundo, todo ele espelho mágico do real, todo ele contorcido e dotado de uma elasticidade e uma permeabilidade digna de um super herói de collants. O meu eu electrónico nasce e agiganta-se na blogosfera. Terra de fantasia, de eus desmedidos, de solidão originária, de frases feitas ou contrafeitas, refúgio último dos dias, trancado a cadeado de password como antes o fazíamos com o diário escondido na folga da tábua solta no chão.
Crescemos como cogumelos nesta teia imensa de génios e medíocres, mordazes línguas bífidas, uns participando da feira de vaidades do estrelato e outros almejando ser simples barracas de tiro ao alvo, certeiras mas humildes, conscientes da sua natureza puramente lúdica. O meu eu electrónico é feito da prosa do dia e polaroids dos instantes, dos fragmentos cosidos como trapos, no alinhavo de bainha da capa e espada de um novo herói de BL (Banda Larga)."

Cherry blossom girl

Tuesday, September 25, 2007 | 0 Comments

Monday, September 24, 2007 | 0 Comments

Frase do dia

Monday, September 24, 2007 | 0 Comments


A real friend is not that one that never let you down, is the one who always pushes you up.

by me

Sonho de uma tela

Thursday, September 20, 2007 | 0 Comments


Lembro-me quase todos os dias de ti. Das tuas mãos, das tuas esferas, da tua pele de marfim e narcisos. Houve um tempo em que ter-te era apenas esperar os teus passos na escada matálica, no corredor, no hall de entrada. Agora estás à distância duma auto-estrada inteira, mas isso é pouco para desafiar o tamanho do meu abraço, do meu desejo de te erguer no ar como se tivesses 3 anos e fosses muito pequenina. Recordo todos os personagens que inventámos juntas, porque eu sou um cata-vento e movimento-me ao sabor da brisa e dos vendavais e apenas tu, consegues mudar a direcção do vento e transformar em vento morno as frias nortadas que por vezes me vergam. A tua tinta escorre cá dentro, eu também bebo tinta com sangue e com chá, criar é ter os sentidos todos dispertos na direcção do mundo. Às vezes cumprimos, às vezes quebramos as regras, em frente a uma paleta saborosa como uma fatia de tarte de maçã fumegante resumimos os dias anteriores, contamos a manhã de hoje, saltamos para o passado, fazemos cinema e voltamos a dar as mãos. Podíamos de novo dançar, como dantes, queres? Ondulantes na noite, aos rodopios pela relva verde. A minha cabeça no teu colo, num banco de jardim. A beleza que te empresto não é minha, é tua. Tenho vontade de dançar descalça com o volume no máximo como te vejo fazer, de me atirar para cima do sofá e sentir as almofadas, o chão fresco, as horas e horas longe de tudo, envolvida no perfume acre da tinta a imaginar de olhos abertos como se fossem quadros, o que vais pintar em mim hoje.

Outonar-te

Wednesday, September 19, 2007 | 1 Comments


O sol acordou quente, mas o ar era varrido por uma aragem que arrepiava as costas. As primeiras folhas douradas começam a desprender-se e bailam em miúda dança até ao chão. A luz mudou, é mais alaranjada, mais quente e promete um arraial de sons diferentes quando caminhas sobre as vestes ja perdidas das árvores. Dentro em breve cheirará a castanhas assadas, a torradas e a chá pela tarde fora.
Vou levar-te comigo para dentro de um frasco de compota de morango, recheado de histórias e de todas as sensações de verão. Fingimos que somos apenas a doçura condensada dos frutos maduros à espera de fazer sorrir uma boca travessa.

A menina da rádio :)

Tuesday, September 18, 2007 | 0 Comments

Tic tac
tic
tac
tic
tac
18h30
tic
18h37
tac
18h41
tic
18h49
tac
18h53
tic
18h58,99999
Conto deste lado os minutos para te ouvir. Para ouvir a tua voz como se fosse outra, como se estivesse aqui. Quando há o teu programa, acerto o meu dia pelo rádio, só para poder ficar aqui encostadinha uns minutinhos. Sinto tanto orgulho como se te tivesse criado como a flor que rego todos os dias. Gosto cada dia mais de ti com se o amor fosse uma bola de neve a descer uma colina.
Sento-me aqui, ao teu lado, neste momento sem lados e deixo-me ficar a ouvir atentamente como se tivesse 8, como se não tivesse idade. Quando já não há mais nada para ouvir, deixo-me ficar com a tua voz fresca de madrugada e o teu sorriso longo a prolongar o que há de melhor em mim.
Há dias em que é muito muito bom ser tua maninha, quando te oiço, sinto-me assim :)

Receita para a felicidade

Monday, September 17, 2007 | 0 Comments

Deita fora todos os números não essenciais à tua sobrevivência.
Isso inclui idade, peso e altura.
Deixa o médico preocupar-se com eles.
É para isso que ele é pago.
Frequenta, de preferência, amigos alegres.
Os de "baixo astral" põem-te em baixo.
Continua aprendendo...
Aprende mais sobre computador, artesanato, jardinagem,
qualquer coisa.
Não deixes o teu cérebro desocupado.
Uma mente sem uso é a oficina do diabo.
E o nome do diabo é Alzheimer.
Aprecia coisas simples.
Ri sempre, muito e alto.
Ri até perder o fôlego.
Lágrimas acontecem.
Aguenta, sofre e segue em frente.
A única pessoa que te acompanha a vida toda és tu mesmo.
Mantém-te vivo, enquanto vives!
Rodeia-te daquilo de que gostas:
família, animais, lembranças, música, plantas, um hobby, o
que for.
O teu lar é o teu refúgio.
Aproveita a tua saúde;
Se for boa, preserva-a.
Se está instável, melhora-a.
Se está abaixo desse nível, pede ajuda.
Não faças viagens de remorso.
Viaja para o Shopping, para a cidade vizinha, para um país
estrangeiro,
mas não faças viagens ao passado.
Diz a quem amas, que realmente os amas, em todas as
oportunidades.
E lembra-te sempre de que:
A vida não é medida pelo número de vezes que respiraste,
mas pelos momentos em que perdeste o fôlego:
de tanto rir...
de surpresa...
de êxtase...
de felicidade...
PABLO PICASSO

Saturday, September 15, 2007 | 0 Comments

A true friend is someone that know's you are a good egg though he knows that you are slightly craked.

Presents for all of you

Friday, September 14, 2007 | 0 Comments


Amar inteira

Friday, September 14, 2007 | 0 Comments

A cidade acordou-nos como seu rumor
sorri e deixei o meu corpo escorregar para cima do teu,
lá fora o dia parte-se em mil pedaços e gente,
sinto-o na pele e arrepio-me
levanto-me
escrevo os meus passos no soalho de madeira
arrepio-me
é como se conhecesse o segredo da minha pele.
volto a enroscar-me em ti e a amar-te
uma e outra vez
no ondular das cortinas rubras
dentro da luz que atravessa a casa e nos atravessa.
Sorris como um anjo travesso dizes tu...
Não respondo, há este silêncio turvo dentro de mim, este corpo dentro do meu corpo que me dá substância, estar aqui é estar inteira, amar assim, é amar.
Pag.X, livro do livro de Eva

Taking care

Thursday, September 13, 2007 | 3 Comments

You are my best friend,
... everybody knows,
When I'm lost in a sea of darkness
you are the star that glows.
Why are you mean
when I'm feeling low and down?
I've stand for you
and your believes
but when I'm sad
you leave me to drift
like autumn lieves.
If I can not cry in your shoulder
be fragile like I was older,
If I can not tell you my fears
How will dry my tears?
I don't ask you much time
precious things or a single dime,
I just ask you your fairy hug
to show you you'll be there
to fell that someone care.
sweet caterfly kisses...miss U

(Des)Arrumações

Wednesday, September 12, 2007 | 0 Comments

Cá por casa "andamos" em arrumações. Termo estranho este, de uma natureza intermédia. Sempre que uma coisa destas ocorre, por um vibe esquizofrénico de colocar as coisas em ordem, até parece boa ideia. Acumulamos imensas coisas que se alojam languidamente e durante anos a fio por metros e metros quadrados das nossas casas e das nossas vidas. Na altura em que as guardamos, também essa parece ser uma boa ideia, não vá existir uma urgência e precisarmos mesmo daquele cabo de vassoura para fazer uma extensão para o rolo de pintar... e não é que depois precisamos mesmo? Mas este fim-de-semana ganhamos mais uma divisão. Não... uma divisão e meia! Contudo a consequência imediata destas arrumações é a desarrumação que se amontoa em caixotes e mais caixotes e mais caixotes que durante dias pululam por todos os cantos da casa, relembrando que afinal a lixeira é já aqui tão perto. Se bem que há muitos objectos que ainda podem ser úteis a outras pessoas, portanto não se esqueçam: quando vos der a travadinha das limpezas deêm aos outros o que já não usam. Passa ao outro e não ao mesmo - eis a regra - mas não vale embrulhar e dar de presente no Natal. Isso é foleiro!
Concluindo: ganhei um atelier espaçoso e um estúdio para finalmente colocar todos os instrumentos musicais e endoidecer de vez a vizinhança. E claro, o preferido deles é a bateria.
Cada vez mais esta é a nossa home sweet home :) ora façam-nos uma visita se faz favor que eu vou pôr as favas ao lume!

Soirée Burlesca no Rock in Chiado Café

Wednesday, September 12, 2007 | 0 Comments

Soirée Burlesca! Domingo - 16 de Setembro - das 17h às 24h no Rock in Chiado Café

Lembrando um certo passado nostálgico, dos tempos em que as férias eram férias, com um final normalmente marcado por festas de arromba, é um destes momentos – com sabor retro – que vos propomos: Uma farra chique, com música, dança, fumo e bebida! Uma soirée das antigas, abrilhantada por vários, com destaque para a participação especial das estrelas americanas do burlesco e do vaudeville, The Glam-O-Rama Girly Show. Em frente ao prato do gramofone, teremos as vedetas nacionais a Boy Named Sue e a dupla Cais Sodré Cabaret.

Pretende-se recriar os ambientes do tempo em que os cavalheiros usavam chapéu e as senhoras não dispensavam as luvas. Até o horário condiz com o estilo e o glamour de outras épocas… Por isso o vestuário apropriado para a festa deverá ser marinheiro/garçonette, chulo/corista , ou galã/mulher fatal. A música também é de encomenda, e não andará muito longe dos sons do Mambo Bop ao Yé-yé português , com muito Boogie erótico à mistura! Animem-se, apimpem-se e aperaltem-se, pois vai ser uma festa a valer!

Os participantes inscritos no "Pinup Workshop " das Glam-O-Rama Girls, a realizar dia 17 Setembro (ver informação em baixo), terão direito a entrada gratuita neste sarau elegante, que irá mostrar a Lisboa e ao mundo que aqui temos festas de rentrée que nem em Paris!...

Quando: domingo, 16 setembro 07 . das 17h às 24h
Quanto: bilhetes 7 plumas com oferta de 1 bebida
Onde: rock in chiado café . rua paiva de andrade, 7/13 . lisboa . tel. 213464859

mais informaçoes 962804368
producoes@banana.com.pt
www.myspace.com/bananaproducoes
www.myspace/caissodrecabaret

E ainda:
segunda . 17 setembro 07 . pin up workshop . das 18h às 23h
teatro da luz . carnide . inscrições: 217120600
info@circulodedancadelisboa.com

Xaile morno para dias frios

Wednesday, September 12, 2007 | 1 Comments



"Em palco três cantoras/instrumentistas, donas de pessoalíssimas vozes e personalidades, acompanhadas por um grupo de músicos e por múltiplos recursos audiovisuais, num contexto performativo cheio de festa e de mistério, de força e de sentimento, com uma linguagem poética e musical totalmente portuguesa porém totalmente contemporânea, magia da música e da terra, beleza que não só parece mas é.

“Enquanto se sonha que se é
Para ser-se o que se sonha
”XAILE “
Naveguei por sete mares
Naveguei, naveguei
Naufraguei nesta saudade
Renasci e voltei…”

Este pedaço de um verso de uma canção do repertório de XAILE define, na sua essência, a atitude e a energia deste projecto musical português contemporâneo: etno-cultural na sua raiz e na sua consciência, lúdico na sua forma e na sua espectacularidade, popular nos processos de comunicação e na abrangência do seu espírito.

in "Espanta Espiritos- Produção de Espectáculos" (http://www.espantaespiritos.com/)



IRRESISTÍVEIS!!!

Música de dentro para fora...

Wednesday, September 12, 2007 | 0 Comments

A não perder...Queer Lisboa 11

Tuesday, September 11, 2007 | 0 Comments

Um arrastão da prova oral ao ouvir a minha menina da rádio...

Decorrerá entre os dias 14 e 22 deste mês, no Cinema São Jorge, o Queer Lisboa 11 – Festival de Cinema Gay e Lésbico de Lisboa ... a programação inclui, não só, a projecção de filmes, mas também debates (de entre todos, destaco um sobre a Cinematografia Gay Portuguesa dos Anos 70: o mero facto de ela existir, aposto, apanhará de surpresa muito boa gente).

Um programa para mentes abertas de todas as orientações sexuais, amantes de cinema, arte e cultura, não percam!

Revolving

Tuesday, September 11, 2007 | 0 Comments




















Ausências sentidas.
Tantas horas revolvidas.
Presenças sorvidas até à última gota.
Saudades de um mundo ausente que não morrem nem se deixam matar.

Trapped...

Monday, September 10, 2007 | 0 Comments

Menos uma estrela...

Sunday, September 09, 2007 | 0 Comments



Nascido em Modena, em 1935, Pavarotti era considerado um dos maiores nomes da ópera em todo mundo e um dos maiores tenores de todos os tempos.

Estreou-se profissionalmente em 1961 no papel de Rodolfo na ópera La Bohème, de Puccini, na cidade de Reggio Emilia. Durante os quase 40 anos que passou no palco, o cantor transformou-se num dos artistas de maior sucesso do mundo.

Pavarotti foi o responsável por conquistar um novo tipo de público para a ópera, principalmente com sua interpretação da ária Nessun Dorma, da ópera Turandot, de Puccini, que acabou associada à Copa do Mundo de 1990.

O amor pelo "bel canto" de seu pai, um padeiro do Exército italiano, ajudou o jovem Luciano a descobrir a sua vocação, mostrando que a ópera não está reservada à elite.

A insistência de Pavarotti em aproximar a música clássica do público recebeu críticas dos puristas. Mas a força de sua voz, que chegou a bater um recorde mundial de aplausos, registrado no livro "Guiness", nunca foi contestada.

Os nove dós de peito seguidos que cantou durante "La fille du Regiment", de Gaetano Donizetti, no Metropolitan Opera House de Nova York, em 1972, foram sua consagração mundial.

Cinco anos mais tarde, em 1977, o mesmo teatro testemunhou o desempenho do tenor em "Ao Vivo do Met", uma ópera que alcançou o primeiro posto da história quanto à audiência da TV.

Vale lembrar que antes de lotar parques e estádios e de promover eventos beneficentes que lhe renderiam o título de "embaixador da paz" das Nações Unidas, Pavarotti foi professor de escola primária durante 12 anos. :)

Away

Saturday, September 08, 2007 | 0 Comments

Longe do tempo,
de ti,
de mim,
do mundo,
suspensa sobre o infinito
falta o salto
a asa
o voo.

Há 3 dias assim...

Friday, September 07, 2007 | 0 Comments

Breath taking...

Friday, September 07, 2007 | 0 Comments



David Fonseca feat Rita Redshoes - "Hold Still"

Dream on Girl - (Before awake)

Friday, September 07, 2007 | 0 Comments



A Ex-Silence4, Rita RedShoes, tem esta belíssima cantiga.
Para partilhar contigo, companheira de descidas de trenó :) fica a melodia que hoje se entranhou na tela como tinta fresca colorida.

Funny Fingers :)

Thursday, September 06, 2007 | 0 Comments

Todo o trágico tem o seu avesso cómico :)



Acidentes....

Thursday, September 06, 2007 | 0 Comments


...ups!
Cortei o dedo....buáaaaaaaaa


Wednesday, September 05, 2007 | 0 Comments

Queria escrever-te uma história de amor
daquelas em que o protagonista
é estrela de cinema
princesa ou artista
as mãos contrariam
como se tivessem voz
mas enches-me de música de poesia de sensação
luz
tinta areia
e deixo-me ficar tranquila embalada pela tua ternura...

Os teus lábios iniciaram a pauta
uma a uma
as pétalas cravaram-se no dia
com perfume de cristal
a madrugada acontecia

A valsa lenta das ondulações
o resto da vida lá fora
ignoramos a multidão
a perfidia como espora,

Trancamos o futuro
cão faminto à nossa espera
aqui deitados
entre gestos entrelaçados
neste vagar de quem ama
maduro como os frutos
o passar manso das estações
Desfazemos as arestas
saramos os golpes fundos
no respirar de um beijo
refazemos os nossos mundos.

Prometo falar-te de amor
noutro poema que faça
este é apenas de gente
meio louca meio crente
gente de papel e tinta
gente de água e sangue
crentes, sonhadores, poetas
gente que luta sem cair exangue.

Dentro

Wednesday, September 05, 2007 | 0 Comments


Dentro da casa há uma varanda
promontório
suicidio quase pronto.

Dentro da casa
os dias são quentes
sufocam
estremecem
arrepiam.
As maçãs apodrecem
sem que as bocas se saciem.

Dentro da casa as histórias de amor
são orquideas emprestadas
bilhetes esquecidos
promessas nunca realizadas.

Dentro da casa há o teu corpo deitado
assim
como vaga, onda
mar encrespado

são violentos este dias
os silêncios feitos de espera
dentro da casa
as paredes que eram portas
são garras afiadas de fera.

minuscule - love story

Wednesday, September 05, 2007 | 0 Comments

Mulheraças!

Tuesday, September 04, 2007 | 1 Comments


The Pierces "Boring"


Dizia o Nuno Markl acerca destas beldades - The Pierces - e deste novo tema "Boring": são a "perfeita representação da lendária frase ALL THIS AND BRAINS TOO. Boring é uma canção deliciosamente arrogante onde se cruzam ambientes sonoros à 007 e à Abba."

Ora vejam lá se o rapaz não tem mesmo razão?

Do Alentejo com amor

Friday, August 31, 2007 | 1 Comments


O que se faz no meio do Alentejo, no Portugal profundo?

1. Inventa-se novas e mais acrobáticas formas de dar mergulhos para a piscina;
2. Anda-se nu de bicicleta;
3. Fazem-se patuscadas e liga-se aos amigos todos para virem e trazerem um amigo também;
4. Caçam-se avestruzes no quintal;
5. Bebe-se vinho fresquinho e ri-se muito;
6. Esquece-se o tempo;
7. Namora-se;
8. Adormece-se na rede embalado pela moleza;
9. Resmunga-se por causa das moscas;
10. Celebra-se as pequenas dádivas da vida, como poder estar aqui :)

Tuesday, August 28, 2007 | 0 Comments






Um noite para comemorar

Monday, August 27, 2007 | 0 Comments



















Esta é só uma noite para partilhar
qualquer coisa que ainda podemos guardar cá dentro
um lugar a salvo
Para onde correr
Quando nada bate certo
E se fica a céu aberto
Sem saber o que fazer
Esta é uma noite para comemorar
Qualquer coisa que ainda podemos salvar do tempo
um lugar para nós
onde demorar
Quando nada faz sentido
E se fica mais perdido
e se anseia pelo abraço de um amigo
Esta é só uma noite para me vingar
do que a vida foi fazendo sem nos avisar
foi-se acumulando em fotografias
em distâncias e saudades
Numa dor que nunca acaba
e faz transbordar os dias
Esta é uma noite para me lembrar
Que há qualquer coisa infinita como um firmamento
Um sorriso, um abraço
Que transcende o tempo
e ter medo como dantes
de acordar a meio da noite
a precisar de um regaço
Esta é só uma noite para partilhar
Qualquer coisa que ainda podemos guardar cá dentro
(Mafalda Veiga)

Esta é uma noite para comemorar!
Um brinde às grandes noites de Verão (e ñ só)!AdORO-VOS!!!!

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Mei and Arawn