
Até jazzzzzzz
Thursday, March 20, 2008 | 1 Comments

Simple pleasures
Thursday, March 20, 2008 | 4 Comments

A few leaves fall
Gentle wind blows
Lying like a cat in tha top of a wall.
Visit an old friend
Staying more than a while
Be spontaneous
Go the extra mile.
Give a stranger directions
I've been lost before
Stand out in the rain
to hold open a door.
Surprise a friend with a present
Watch how she glow
A priceless moment
tender and mellow.
A friend big smile
warm has a winter coat
My kitten's frisky nature
My first love note.
Warm, golden sun shines
on a gorgeous spring day
Flowers in full bloom
including you in my pray.
Sitting and relaxing
Oldies on the radio
Hot tea, lights down low.
Lick out the ice cream bowl
Show happiness in my face
Two cozy lovers
by a warm fireplace.
Poemas de embalar para um blog vizinho
Thursday, March 20, 2008 | 1 Comments
Ainda há Inverno lá fora,
mas a pulsação desperta as flores de cerejeira
a fome de azul e de infinito,
a seiva pura, o sangue e o grito.
Ainda há vida aqui
nos pássaros nocturnos,
na tinta espessa como um lírio,
na pele branca das praias pela manhã.
Procuro uma semelhança, a nossa,
este escrever de par em par,
como se fossemos janelas sem tempo
esquecidos da desconfiança,
um mundo de embalar,
morno como o sol de Junho,
a fome imoderada de satisfazer os sentidos.
Transmigração de alma.
Um marulhar ao fundo.
As gaivotas. Amantes despidos.
O corpo leve, aéreo como o dos poetas,
o riso puro que inunda como uma vaga
as cavidades do coração.
Insónia
Wednesday, March 19, 2008 | 0 Comments
Puro compasso. Espera.
A noite caiu de sono e o quarto deserto ferrou os olhos em mim.
Revolvo-me, contorço-me de dor. A dor era física, agora vai alastrando à alma, o revolver fez o caminho inverso.
Vim para aqui escrever como se houvesse companhia e dou por mim a ouvir ecos como se houvesse imensos corredores e ruas. Falo sózinha como fazem os loucos e os velhos.
Parabéns Hot Clube pelos teus 60 aninhos!!!
Wednesday, March 19, 2008 | 0 Comments
Ogâmico
Tuesday, March 18, 2008 | 1 Comments
Quando a tarde se deita no meu colo com uma menina ensonada, e a noite vem enroscar-se no dedos, nas palavras e torna-los rastos de estrela feito do pó levantado pelos pelos pés nos caminhos para casa, procuro na cidade um abrigo quente onde me possa espraiar e ficar em silêncio contigo, comigo. Deixei de ter pressa, deixei até de me obrigar a falar ao pé de ti, procuro pedaços de mim inteiros nestas ruas, nos candeeiros trémulos, na cadeira que escolho para pousar o corpo, encostar o rosto ao vidro e ver o tempo buzinar lá fora com ferocidade. O Ogâmico é um desses sítios, por isso te trouxe aqui, onde o vinho adocicado e morno nos tinge os lábios com um rubor de ninfas primaveris, onde a música nos faz pousar e escutar o batimento do coração, o teu, o meu, o da cidade. Sem cansaço, deixamos embeber-nos na existência, é a metafísica de nos despojarmos de toda a metafísica e saber disso e poder povoar a nossa nudez de espanto e simplicidade.Uma cantiga de amor
Monday, March 17, 2008 | 1 Comments
nada se muda nem se importa com o que se passa lá fora.
Porque este vídeo me faz lembrar o nosso restaurantezinho familiar onde tantas vezes jantamos.
Porque a música é doce, como tu.
Apetece-me trautear uma cantiga de amor.
Uma companheira à maneira
Sunday, March 16, 2008 | 1 Comments

Noites de primavera
Saturday, March 15, 2008 | 0 Comments

TABACARIA
Friday, March 14, 2008 | 1 Comments
Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.
Janelas do meu quarto,
Do meu quarto de um dos milhões do mundo que ninguém sabe quem é
(E se soubessem quem é, o que saberiam?),
Dais para o mistério de uma rua cruzada constantemente por gente,
Para uma rua inacessível a todos os pensamentos,
Real, impossivelmente real, certa, desconhecidamente certa,
Com o mistério das coisas por baixo das pedras e dos seres,
Com a morte a por umidade nas paredes e cabelos brancos nos homens,
Com o Destino a conduzir a carroça de tudo pela estrada de nada.
Estou hoje vencido, como se soubesse a verdade.
Estou hoje lúcido, como se estivesse para morrer,
E não tivesse mais irmandade com as coisas
Senão uma despedida, tornando-se esta casa e este lado da rua
A fileira de carruagens de um comboio, e uma partida apitada
De dentro da minha cabeça,
E uma sacudidela dos meus nervos e um ranger de ossos na ida.
Estou hoje perplexo, como quem pensou e achou e esqueceu.
Estou hoje dividido entre a lealdade que devo
À Tabacaria do outro lado da rua, como coisa real por fora,
E à sensação de que tudo é sonho, como coisa real por dentro.
Falhei em tudo.
Como não fiz propósito nenhum, talvez tudo fosse nada.
A aprendizagem que me deram,
Desci dela pela janela das traseiras da casa.
Fui até ao campo com grandes propósitos.
Mas lá encontrei só ervas e árvores,
E quando havia gente era igual à outra.
Saio da janela, sento-me numa cadeira. Em que hei de pensar?
Que sei eu do que serei, eu que não sei o que sou?
Ser o que penso? Mas penso tanta coisa!
E há tantos que pensam ser a mesma coisa que não pode haver tantos!
Gênio? Neste momento
Cem mil cérebros se concebem em sonho gênios como eu,
E a história não marcará, quem sabe?, nem um,
Nem haverá senão estrume de tantas conquistas futuras.
Não, não creio em mim.
Em todos os manicômios há doidos malucos com tantas certezas!
Eu, que não tenho nenhuma certeza, sou mais certo ou menos certo?
Não, nem em mim...
Em quantas mansardas e não-mansardas do mundo
Não estão nesta hora gênios-para-si-mesmos sonhando?
Quantas aspirações altas e nobres e lúcidas -
Sim, verdadeiramente altas e nobres e lúcidas -,
E quem sabe se realizáveis,
Nunca verão a luz do sol real nem acharão ouvidos de gente?
O mundo é para quem nasce para o conquistar
E não para quem sonha que pode conquistá-lo, ainda que tenha razão.
Tenho sonhado mais que o que Napoleão fez.
Tenho apertado ao peito hipotético mais humanidades do que Cristo,
Tenho feito filosofias em segredo que nenhum Kant escreveu.
Mas sou, e talvez serei sempre, o da mansarda,
Ainda que não more nela;
Serei sempre o que não nasceu para isso;
Serei sempre só o que tinha qualidades;
Serei sempre o que esperou que lhe abrissem a porta ao pé de uma parede sem porta,
E cantou a cantiga do Infinito numa capoeira,
E ouviu a voz de Deus num poço tapado.
Crer em mim? Não, nem em nada.
Derrame-me a Natureza sobre a cabeça ardente
O seu sol, a sua chava, o vento que me acha o cabelo,
E o resto que venha se vier, ou tiver que vir, ou não venha.
Escravos cardíacos das estrelas,
Conquistamos todo o mundo antes de nos levantar da cama;
Mas acordamos e ele é opaco,
Levantamo-nos e ele é alheio,
Saímos de casa e ele é a terra inteira,
Mais o sistema solar e a Via Láctea e o Indefinido.
(Come chocolates, pequena;
Come chocolates!
Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates.
Olha que as religiões todas não ensinam mais que a confeitaria.
Come, pequena suja, come!
Pudesse eu comer chocolates com a mesma verdade com que comes!
Mas eu penso e, ao tirar o papel de prata, que é de folha de estanho,
Deito tudo para o chão, como tenho deitado a vida.)
Mas ao menos fica da amargura do que nunca serei
A caligrafia rápida destes versos,
Pórtico partido para o Impossível.
Mas ao menos consagro a mim mesmo um desprezo sem lágrimas,
Nobre ao menos no gesto largo com que atiro
A roupa suja que sou, em rol, pra o decurso das coisas,
E fico em casa sem camisa.
(Tu que consolas, que não existes e por isso consolas,
Ou deusa grega, concebida como estátua que fosse viva,
Ou patrícia romana, impossivelmente nobre e nefasta,
Ou princesa de trovadores, gentilíssima e colorida,
Ou marquesa do século dezoito, decotada e longínqua,
Ou cocote célebre do tempo dos nossos pais,
Ou não sei quê moderno - não concebo bem o quê -
Tudo isso, seja o que for, que sejas, se pode inspirar que inspire!
Meu coração é um balde despejado.
Como os que invocam espíritos invocam espíritos invoco
A mim mesmo e não encontro nada.
Chego à janela e vejo a rua com uma nitidez absoluta.
Vejo as lojas, vejo os passeios, vejo os carros que passam,
Vejo os entes vivos vestidos que se cruzam,
Vejo os cães que também existem,
E tudo isto me pesa como uma condenação ao degredo,
E tudo isto é estrangeiro, como tudo.)
Vivi, estudei, amei e até cri,
E hoje não há mendigo que eu não inveje só por não ser eu.
Olho a cada um os andrajos e as chagas e a mentira,
E penso: talvez nunca vivesses nem estudasses nem amasses nem cresses
(Porque é possível fazer a realidade de tudo isso sem fazer nada disso);
Talvez tenhas existido apenas, como um lagarto a quem cortam o rabo
E que é rabo para aquém do lagarto remexidamente
Fiz de mim o que não soube
E o que podia fazer de mim não o fiz.
O dominó que vesti era errado.
Conheceram-me logo por quem não era e não desmenti, e perdi-me.
Quando quis tirar a máscara,
Estava pegada à cara.
Quando a tirei e me vi ao espelho,
Já tinha envelhecido.
Estava bêbado, já não sabia vestir o dominó que não tinha tirado.
Deitei fora a máscara e dormi no vestiário
Como um cão tolerado pela gerência
Por ser inofensivo
E vou escrever esta história para provar que sou sublime.
Essência musical dos meus versos inúteis,
Quem me dera encontrar-me como coisa que eu fizesse,
E não ficasse sempre defronte da Tabacaria de defronte,
Calcando aos pés a consciência de estar existindo,
Como um tapete em que um bêbado tropeça
Ou um capacho que os ciganos roubaram e não valia nada.
Mas o Dono da Tabacaria chegou à porta e ficou à porta.
Olho-o com o deconforto da cabeça mal voltada
E com o desconforto da alma mal-entendendo.
Ele morrerá e eu morrerei.
Ele deixará a tabuleta, eu deixarei os versos.
A certa altura morrerá a tabuleta também, os versos também.
Depois de certa altura morrerá a rua onde esteve a tabuleta,
E a língua em que foram escritos os versos.
Morrerá depois o planeta girante em que tudo isto se deu.
Em outros satélites de outros sistemas qualquer coisa como gente
Continuará fazendo coisas como versos e vivendo por baixo de coisas como tabuletas,
Sempre uma coisa defronte da outra,
Sempre uma coisa tão inútil como a outra,
Sempre o impossível tão estúpido como o real,
Sempre o mistério do fundo tão certo como o sono de mistério da superfície,
Sempre isto ou sempre outra coisa ou nem uma coisa nem outra.
Mas um homem entrou na Tabacaria (para comprar tabaco?)
E a realidade plausível cai de repente em cima de mim.
Semiergo-me enérgico, convencido, humano,
E vou tencionar escrever estes versos em que digo o contrário.
Acendo um cigarro ao pensar em escrevê-los
E saboreio no cigarro a libertação de todos os pensamentos.
Sigo o fumo como uma rota própria,
E gozo, num momento sensitivo e competente,
A libertação de todas as especulações
E a consciência de que a metafísica é uma consequência de estar mal disposto.
Depois deito-me para trás na cadeira
E continuo fumando.
Enquanto o Destino mo conceder, continuarei fumando.
(Se eu casasse com a filha da minha lavadeira
Talvez fosse feliz.)
Visto isto, levanto-me da cadeira. Vou à janela.
O homem saiu da Tabacaria (metendo troco na algibeira das calças?).
Ah, conheço-o; é o Esteves sem metafísica.
(O Dono da Tabacaria chegou à porta.)
Como por um instinto divino o Esteves voltou-se e viu-me.
Acenou-me adeus, gritei-lhe Adeus ó Esteves!, e o universo
Reconstruiu-se-me sem ideal nem esperança, e o Dono da Tabacaria sorriu.
Álvaro de Campos, 15-1-1928
Uma ida ao médico
Thursday, March 13, 2008 | 0 Comments
Podia ter-nos dado para pior...Estamos na sala de espera. Curiosamente mesmo à espera porque já lá vai 1h e 27m que devíamos ter sido atendidas! Acabou de entrar uma sra velhota muito aprumadinha, a Mei sorri. No sofá em frente está uma moça com ar de quem vai morrer de tédio nos próximos três minutos, de pé esticado. Há maleitas que nos tiram toda a dignidade da pose! O resto dos seres lê revistas com mais de três meses (na melhor das hipóteses). É curioso que quando se espera não importa estarmos a ler sobre as tendências para a roupa de inverno 2003 ou as prendas que devemos oferecer no Natal 2005.
A natureza de estarmos aqui não vos podemos contar, mas confesso que a vista para o edifício da PT em frente não é um deles, o atendimento da mocinha da recepção também não, ia-me engasgando com o smoothie de tanta falta de charme e simpatia, "Não tem cartão da segurança social???!!! Não pode ser!" Como se a nossa existência se resumisse ou desaparecesse naquele bocadinho de cartolina com letrinhas azuis.
Além de nós há uma palmeira e um planta meio murcha, quase cadavérica a saltar do vaso. O greenpeace devia ver isto, parece uma planta etíope... Estarão a mata-la à fome? Ou ela está a fazer greve de fome a ver se a tiram daqui....desconfio que seja da companhia da mocinha da recepção.
Pergunta qual facada: "O sr dôtor ainda não chegou?? Não, não!!"
&$&$#%%(/$$"&/ Isto é um atraso? Uma 1h54 não é estar muito atrasado, dá tempo de se ter pirado para o Brasil sem avisar! ou de estar a ser clonado e nos mandar o irmão "Chop" ( trocadilho porque o médico é chinês e chama-se Soy) para a próxima vamos a um que se chame "Cozidinho" ou "Tripas" que já sabemos que é certo, que raio de mania de meter exotismo em tudo! pronto Mei, eu sei que a ideia foi minha ....mea culpa! Escolhes tu o dentista.
A má notícia é que estamos a ficar sem bateria e apenas vamos poder comunicar por risinhos furtuítos e olhares fulminantes à falta de pedras. Ainda se um destes velhotes tivesse um enfarte aí havia aqui alguma acção e eu podia pôr em prática o meu curso de primeiros socorros. Até estou de vermelho e branco :D
A sra da frente começou a arranjar as unhas com a caneta. O sr do lado olha para o telm com interesse, "há ora bem isto é que é um telmóvel! estão cada vez melhores!" A sra aqui ao pé da janela tem dois pares de óculos, pra quê santo Deus!!!! Qual é a probabilidade da moleirinha precisar de óculos de sol? Será um painel de energia solar individual de auto combostãozinha?
Innocence - (from Violet Mood to Pink Mood)
Thursday, March 13, 2008 | 0 Comments
Waking up I see that everything is ok
The first time in my life and now it's so great
Slowing down I look around and I am so amazed
I think about the little things that make life great
I wouldn't change a thing about it
This is the best feeling
This innocence is brilliant
I hope that it will stay
This moment is perfect
Please don't go away
I need you now
And I'll hold on to it
Don't you let it pass you by
I found a place so safe, not a single tear
The first time in my life and now it's so clear
Feel calm, I belong, I'm so happy here
It's so strong and now I let myself be sincere
I wouldn't change a thing about it
This is the best feeling
This innocence is brilliant I hope that it will stay
This moment is perfect
Please don't go away
I need you now
And I'll hold on to it
Don't you let it pass you by
It's a state of bliss, you think you're dreaming
It's the happiness inside that you're feeling
It's so beautiful it makes you wanna cry
It's a state of bliss, you think you're dreaming
It's the happiness inside that you're feeling
It's so beautiful it makes you wanna cry
It's so beautiful it makes you wanna cry!
This innocence is brilliant,
It Makes you want to cry!
This innocence is brilliance, please don't go away
Cause I need you now
And I'll hold on to it, don't you let it pass you by
Violeta
Wednesday, March 12, 2008 | 0 Comments
Para apagar todas as imperfeições e arestas, porque a vida irrompe pelas veias, pela pele. Quero corromper-te com o meu sorriso, com a minha força, com a minha sede, com o meu amor. Somos apenas humanos e nada de humano nos deve ser estranho. O amor não exclui imperfeições nem falhas, antes pelo contrário. Não espero de ti mais do que me queiras dar e o que me quiseres dar é suficiente para que valha a pena estar a teu lado. Não procuro paz de espírito nem para ti nem para mim, viveremos ambas com a dor imensa que é aprendermo-nos e aprender os outros, só é possível mais se corrermos riscos. Todas as lágrimas compensam um sorriso na hora em que nasce e prefiro mil vezes dar a minha energia à felicidade que a semear mais fundo a mágoa. Segredos
Wednesday, March 12, 2008 | 0 Comments
muito a medo,
fiz-me tua,
palavra, segredo.
O grito e os múrmurios
na pele rubra dos sentimentos,
os sítios que se perderam,
as mortes que carregamos
no àspero luar das estepes.
Prémio: "É um Blog muito bom, sim senhora!"
Tuesday, March 11, 2008 | 1 Comments

O nosso blog recebeu em Fevereiro este prémio - "É um blog muito bom, sim senhora".
Este prémio foi-nos oferecido pelo Jorge Bicho, do blog Por Dentro das Palavras: http://josibi.blogspot.com/
Ficamos com a lagriminha ao canto do olho e naturalmente muito orgulhosas deste carinhoso prémio. Muito obrigada ;)
As regras são:
1 - Este prémio deve ser atribuído aos blogs que considerem serem bons, entende-se como bom os blogs que costuma visitar regularmente e onde deixa comentários;
2 - Só e somente só se recebeu o 'É um blog muito bom sim senhora", deve escrever um post incluindo: a pessoa que lhe deu o prémio com um link para o respectivo blog; a tag do prémio; as regras; e a indicação de outros 7 blogs para receberem o prémio;
3 - Deve exibir orgulhosamente a tag do prémio no seu blog, de preferência com um link para o post em que fala dele;
Vamos então tentar atribuir os galardões de "É um blog muito bom, sim senhora!" com o máximo de clarividência que nos é possível e sem qualquer ordem ou hierarquia.
A Loja de Ideias: http://lojadeideias.blogspot.com/
Awakenings: http://www.therawawakening.blogspot.com/
Por dentro das Palavras: http://josibi.blogspot.com/
Comentários de Passagem: http://www.comentariosdepassagem.blogspot.com/
A Barbearia do Sr. Luís: http://barbearialnt.blogspot.com/
Jazza-me Muito: http://barbearialnt.blogspot.com/
Neptunices: http://neptunices.blogspot.com/
Stacey Kent - Breakfast on the Morning Tram
Tuesday, March 11, 2008 | 0 Comments
Para os arrojados viajantes dos eléctricos da manhã. Aqueles que nascem da espera e se fazem na esfera do sonho. Dança e rodopio, na semente, no carril que se deixa preencher e entrega o caminho como se fosse uma promessa de novidade.
Nos dias de cinza rupestre lembramos a infância dos seres, não aquela caprichosa e chiante, a outra, a deslumbrada, graciosa, generosa, insaciável, audaz e feliz.
Telepatia... Para as almas em que nos espelhamos
Monday, March 10, 2008 | 1 Comments
Telepatia, silêncio, calma
Feitiçaria, da tua alma
Passo a passo, sem ter medo
Abrimos, soltámos o nosso segredo
E a sorrir devorámos o mundo
Num abraço tão profundo
Telepatia sem contratempo
Deixei-te um dia num desalento
E eu sonhava, existia
Pra sempre, pra sempre
Foi pura poesia
Sem pensar, não vi-te, passavas pelo meu corpo
Não ficavas
Telepatia...
Minha querida, eu soube sempre
Eu já sabia que te ia conhecer
Fiz tanta força para isto acontecer
És tão bonita meu amor
Eu não te queria perder
Já sei, adivinho o que estás a pensar
Vim do outro lado do mar,
Talvez outro dia volte, não sei
Mas penso em ti, acredita
Adivinhei-te em segundos
Quando jurámos eternidade
E a sorrir devorámos o mundo
Num abraço tão profundo
Telepatia, silêncio, calma
Feitiçaria da tua alma
Telepatia...
(Ana Zanatti E Nuno Rodrigues)
Our JukeBox
Sunday, March 09, 2008 | 0 Comments

