Lollypop day!!!!

Friday, May 09, 2008 | 0 Comments

Healing Jukebox

Thursday, May 08, 2008 | 1 Comments


Susana Félix - Flutuo

Hoje eu vou fingir que não vou voltar, despeço-me do que mais quero. Só para não te ouvir dizer que as coisas vão mudar amanhã, amanhã...Hoje eu vou fugir para não me dar à vontade de ser tua...Só para não me ouvir dizer que as coisas vão mudar amanhã, amanhã, amanhã
Flutuo...


Susana Félix - (bem) Na minha mão

Enquanto vergo, não parto. Enquanto choro, não seco. Enquanto vivo, não corro, à procura do que é certo...

Healing Notes

Thursday, May 08, 2008 | 0 Comments

Há uma música que sempre teve a capacidade de me acalmar nos momentos mais difíceis... a primeira vez que a ouvi foi numa caixinha de música que pertencia a uma pessoa muito especial da minha infância. Tinha eu uns 4 anos e tinha caído e esfolado os joelhos...e ela disse-me, "Abre princesa...olha, esta passa a ser a tua música" e sorriu, como só ela sabia sorrir, como uma curandeira mágica da alma.
Hoje deixo aqui a caixinha aberta a tocar para curar outras dores menos visíveis e como oferta a outras pessoas especiais, pintada pelas mãos de Monet, em toda a sua tranquilidade e beleza. Para saberem mais sobre esta lindíssima peça de arte, vejam aqui.


Gabriel Fauré, Pavane, Op. 50

A night to remember...

Thursday, May 08, 2008 | 0 Comments

My First Goodbye

Wednesday, May 07, 2008 | 0 Comments


Há palavras que arrancam uma parte de nós ao serem ditas...

... adeus é uma delas.

Les Mots

Wednesday, May 07, 2008 | 0 Comments

Fixement, le ciel se tord
Quand la bouche engendre un mot
Là, je donnerais ma vie pour t'entendre
Te dire les mots les plus tendres
When all becomes all alone
I'd break my life for a song
And two lives, that's to tomorrow's smile
I know, I will say goodbye
But a fraction of this life
I will give anything, anytime
L'univers a ses mystères
Les mots sont nos vies
We could kill a life with words
Soul, how would it feel
Si nos vies sont si fragiles
Words are mysteries
Les mots, les sentiments
Les mots d'amour, un temple
If I swept the world away
What could touch the universe
I would tell you how the sun rose high
We could with a word become one
Et pour tous ces mots qui blessent
Il y a ceux qui nous caressent
Qui illuminent, qui touchent l'infini
Même si le néant existe
For a fraction on this life
I will give anything, anytime
L'univers a ses
mots sont nos vies
We could kill a life with words
Soul, how would it feel
Si nos vies sont si fragiles
Words are mysteries
Les mots, les sentiments
Les mots d'amour, un temple

Recuperei este post que aqui coloquei há mais de 2 anos...
Porque as palavras são tantas vezes usadas de forma leviana e gratuita, como armas de arremesso ao outro. Fazer da aprendizagem do uso da palavra um templo é um mistério que cada um é chamado a descobrir. O seu tempo e o seu uso, a sua responsabilidade e efeito que produzimos ao dizer algo não se compadece com a expressão "palavras leva-as o vento" como popularmente se diz. O problema é que o vento nada leva das palavras, porque se entranham na pele, pelos olhos e na mente... e mesmo passados tantos anos, quantos de nós não nos recordamos daquelas palavras exactas que nos marcaram para sempre. We could kill a life with words...

Cinemania em dia!

Wednesday, May 07, 2008 | 0 Comments

A Última Cartada - 21
Realizado por Robert Luketic
Com Jim Sturgess, Kevin Spacey, Kate Bosworth, Aaron Yoo
Baseado no famoso livro de Ben Mezrich “Bringing Down the House: The Inside Story of Six M.I.T. Students Who Took Vegas for Millions” , “21” é um filme que retrata o luxuoso mundo do Jogo de Las Vegas e como é que é possível alguém enganar o engenhoso sistema lá montado. Uma obra que apesar de medíocre, conseguiu estar duas semanas seguidas no topo do Box-Office americano.
A história do filme centra-se em Ben Campbell (Jim Sturgess) um tímido mas brilhante estudante do MIT. Sem dinheiro para pagar as propinas escolares, é recrutado para integrar o grupo dos mais talentosos estudantes da escola, que todos os fins-de-semana vão a Las Vegas, aumentando em grande escala as probabilidades de ganhar no Blackjack. Contam ainda com o seu professor de matemática (e génio da estatística) Micky Rosa (Kevin Spacey) como líder. O resto é a história do costume: embora a contagem de cartas não seja ilegal, o risco é cada vez mais elevado e o grande desafio prende-se agora com, não só manter a contagem correcta, mas também, enganar o chefe de segurança dos casinos: Cole Williams (Laurence Fishburne).

Robert Luketic (Legally Blonde, Monster in Law) tem com “21” o seu primeiro grande trabalho como realizador, pelo menos o mais sério, contudo não se conseguiu distanciar da realização puramente comercial que tinha efectuado até então. Efectua um trabalho muito pouco ambicioso e demasiado cinzento que contrasta com a capacidade criativa da ideia original, com um pouco mais de aprofundamento e com um maior cuidado no tratamento da história talvez o resultado final tivesse sido diferente. O filme torna-se lento, previsível, monótono e aborrecido.
A temática do jogo é sempre interessante, contendo muitos aspectos obscuros que poderiam atiçar facilmente a curiosidade do espectador. “21” limita-se ao mais básico e ao mais falado, teria sido interessante explorar outras vias que raramente são abordadas em outros filmes ou séries televisivas. Não li o livro de Mezrich, apenas li alguns comentários de pessoas que já o leram, contudo fiquei com a ideia que o livro entra por caminhos mais ambiciosos e mediáticos do que é abordado no filme.
Kevin Spacey é a grande figura do elenco, é um actor muito profissional e com um grande carisma e portanto o papel de mentor assenta-lhe muito bem, dando classe, ainda que pouco trabalhada. Jim Strugess, é a cara principal do filme, uma jovem estrela que fez o que tinha a fazer. Só mesmo o elenco salva “21”, com uma realização fraca e um argumento pouco ambicioso, o filme oferece um entretenimento de fraca qualidade que só deverá agradar aos fanáticos de jogos de cartas. Séries Televisivas como “CSI” e “Las Vegas” já apresentaram, em quarenta minutos, histórias mais ambiciosas e interessantes do que “21” apresentou em duas horas.
We Own the Night
Realizado por James Gray
Com: Robert Duvall, Mark Wahlberg, Joaquin Phoenix, Eva Mendes
Bobby Green, para escapar à família e à sua tradição de defensores da lei, renunciou ao seu nome, perseguindo as suas ambições como dono de uma discoteca em Brooklyn. Mas enquanto ‘fecha os olhos’ aos traficantes de droga que o rodeiam, vê-se frente a frente com a família que abandonou, quando o seu irmão e o seu pai investigam a sua discoteca.
Como já se começa a ver que é o seu estilo, Gray volta a combinar o melodrama familiar com a intriga policial. Tudo com um muito bem urdido argumento, excelente trabalho dos actores a defenderem sólidos personagens (só é pena que Mendes se fica pela mera presença decorativa) e uma encenação que remete para os melhores policiais dos anos 70. O elemento desestabilizador no filme é `Bobby`, que, vivendo no limiar de dois universos, é o órfão e o apátrida; o problema e a solução de "We Own the Night". A complexidade da personagem interpretada por Joaquin Phoenix é um dos elementos que fazem desta subvalorizada obra de Gray muito mais do que um produto de um realizador deslumbrado, "agarrado" às suas próprias idolatrias. É "um dos", porque, sejamos justos, "We Own the Night" não precisava de muito mais para ser um grande filme do que aquele momento magnificamente filmado em que `Bobby` regressa para os braços da sua namorada, depois de ter visto o seu irmão desfigurado na cama do hospital. Ou aqueles minutos em que Gray cria uma das melhores sequências de perseguição automóvel na história recente: real e siderante como todo o filme.
Só é pena que Gray ainda não tenha recebido o apoio de um grande estúdio, apesar dos actores da “primeira liga” com quem tem trabalhado. Quem sabe no próximo… Chega tarde (é de 2007), mas é um dos melhores de 2008.

Notícias boas:
Peter Jackson realizou a trilogia “Senhor dos Anéis” mas não irá realizar os dois filmes de “Hobbit”, mais uma história escrita por JRR Tolkien e que cronologicamente antecede a acção de Senhor dos Anéis. O realizador escolhido pela “New Line”, estúdio responsável pelo filme, foi o mexicano Guillermo del Toro, um profissional igualmente experiente que já deu provas de qualidade com grandes produções no passado. O lançamento do primeiro filme de “Hobbit” está previsto para 2010 o que indica que o anúncio do elenco do filme esteja para breve.
in Portal de Cinema :)

Jazza-Me Muito...

Wednesday, May 07, 2008 | 0 Comments

Um dos primeiros músicos de jazz portugueses a atravessar o Atlântico para estudar nos Estados Unidos, na década de 80: o guitarrista Pedro Madaleno foi aluno de Zé Eduardo no Hot Clube e começou a dar aulas na Escola de Jazz Luís Villas-Boas em 1990. Tem 4 discos editados, Fast Living, Earth Talk, Underpressure e Earth Talk 2 (The Sound of Places), produzidos entre 2002 e 2004, e mais 4 por gravar.
Entre 8 e 10 de Maio apresenta no Hot Clube o seu novo projecto, Dissidentes, com Miguel Amado e Alexandre Frazão.

Arrastão do Jazza-me Muito

Heroes

Tuesday, May 06, 2008 | 0 Comments




















Iron Man é um dos melhores filmes que vi nos últimos tempos, engenhoso, bem disposto, recheado de acção e de tecnologia de ponta. Não percam porque vale mesmo a pena.

Os meus heróis não têm armadura de ferro, nem poderes especiais, não voam, não têm armas de fogo, os meus heróis não evitam guerras, nem salvam vidas, nem evitam catástrofes naturais. Os meus heróis são gente, que ama, que tem defeitos, que ri e partilha o riso, que aprende e se deixa aprender. Os meus heróis abraçam-me de noite para me proteger e dão-me a mão no banco de trás do carro, por motivo nenhum, apenas por carinho, apenas para saber que estão ali. Os meus heróis vestem pijama, vêm tv, são simples como eu e tu, não me pedem nada, não escondem a felicidade, são sem reservas, são com tudo o que têm. São heróis que fazem da minha vida um lugar único e especial.

da dor, da perda, da pausa
do medo, do tremor, do anseio
da cadência, da dúvida, da ausência
do pânico, do desespero, do engano
da saudade, da espera, da desilusão
do escuro, do silêncio, do grito
da morte, da agonia, da mentira
da esperança, da força, da cura
no futuro, no amor, na vida.

Acontece - LeCool Magazine

Tuesday, May 06, 2008 | 0 Comments


Não percam os eventos desta semana. Há frescas e boas... notícias! :)

Tudo o que há para saber na LeCool Magazine!

NY ADTeam

Tuesday, May 06, 2008 | 1 Comments


















Mexicanos, madrilenos, portugueses, americanos...
Think Global Act Local
O que sempre procuramos... foi viver cada dia por si mesmo, sem grandes pressas nem grandes calmas... mas sempre como se fosse o último. Somos demasiado intensos por vezes, meu amor. Acreditamos piamente na força dos nossos punhos e na destreza do nosso pensamento. Já tantas vezes recomeçamos juntos onde os outros apenas viam destruição. Tantas vezes erguemos do chão o que parecia já não poder andar nem suster-se. Tantas vezes já acreditámos e nos desenganámos. Tantas vezes o desgosto se apoderou dos nossos olhos como um mar galopante incontido. Mas sempre mantivemos o rumo, o nosso. Feito de fraqueza e de fracasso, feito de perseverança e de esforço, feito de confiança e de tolerância. Feito da tua obstinação e da minha tranquilidade.
Cada vez que repensamos tudo, cada vez que nos abrimos aos outros, descobrimos novas janelas de existência. Espreitamos por elas e assustamo-nos perante os abismos de desconhecimento que nos rodeiam, mas temos sempre uma constante imutável: nós.
Não esperamos pela desgraça nem pela perda, não antecipamos o sofrimento. Não é assim que nós vivemos. Nós vivemos no pressuposto do presente, no pressuposto de que sempre nos teremos um ou outro. Isso não é um fardo para nós, tal como não é um fardo sabermo-nos um dia um sem o outro. Vivemos cada dia assim... sem grandes calmas ou pressas. Quando esse dia chegar, re-avaliamos.
O nosso amor de sempre tem outras cores agora, sabores exóticos de outras vivências.
O nosso amor de sempre terá outros contornos no futuro, feitos de outras paragens, viagens das nossas almas a outras, viagens de nós mesmos aos nossos receios mais profundos.
Nós que nunca quisemos ser felizes, pois só da falha advém a busca.
Na próxima paragem fazemos uma pausa, pode ser?

Fui Feliz Aqui

Monday, May 05, 2008 | 0 Comments



Strawberries cherries and an angel's kiss in spring
My summer wine is really made from all these things

I walked in town on silver spurs that jingled too
A song that I had only sang to just a few
She saw my silver spurs and said let pass some time
And I will give to you summer wine

Oohh-oh summer wine

Strawberries cherries and an angel's kiss in spring
My summer wine is really made from all these things
Take off your silver spurs and help me pass the time
And I will give to you summer wine

Oohh-oh summer wine

My eyes grew heavy and my lips they could not speak
I tried to get up but I couldn't find my feet
She reassured me with an unfamilliar line
And then she gave to me more summer wine

Oohh-oh summer wine

Strawberries cherries and an angel's kiss in spring
My summer wine is really made from all these things
Take off your silver spurs and help me pass the time
And I will give to you summer wine

Oohh-oh summer wine

When I woke up the sun was shining in my eyes
My silver spurs were gone my head felt twice its size
She took my silver spurs a dollar and a dime
And left me cravin' for more summer wine

Oohh-oh summer wine

Strawberries cherries and an angel's kiss in spring
My summer wine is really made from all these things
Take off those silver spurs and help me pass the time
And I will give to you my summer wine

Oohh-oh summer wine
O Butterflies & Fairies até hoje sempre teve os seus posts publicados indiferenciadamente pelas duas autoras do blog. Agora que estamos quase a atingir os 1000 posts publicados passaremos a aceder e a publicar os nossos posts individualmente, com as identidades Mei e Chihiro, respectivamente. Esperamos que continuem a gostar de visitar este nosso cantinho alado feito dos fios invísiveis que os dias tecem.

Prenúncio de um dia perfeito

Monday, April 28, 2008 | 0 Comments

O dia perfeito tem risos e mãos dadas
tem sol, tem papoilas perfumadas
o dia perfeito tem doces e gelados
tem pôr-do-sol vermelho e olhos arregalados
o dia perfeito tem amigos e beijos melados
tem canções e mapas de estrada amarrotados
o dia perfeito tem bom vinho e tem petiscos
tem lábios salgados e dedos entrelaçados
o dia perfeito tem peles molhadas
tem areia fofa e dunas dissimuladas
o dia perfeito tem suave brisa e arrepio
tem toques quentes como o ar do estio
o dia perfeito tem fotos patetas e gargalhadas
tem palavras doces e cantigas desgarradas
o dia perfeito tem a noite estendida
a lua e o sol no mesmo céu, a magia não contida
o dia perfeito não tem horas marcadas
tem eternidade e estradas aladas
o dia perfeito tem-te a ti
tem-me a mim
todos os que amamos lá dentro
no dia perfeito tudo se encaixa
no dia perfeito tudo cabe
no dia perfeito tudo se resume a viver
como apenas os audazes vivem,
aventuradamente, deslumbrantemente, desaustinadamente.

Apple´s taste

Sunday, April 27, 2008 | 0 Comments

I'll find out and let you know :)

25 de Abril, Pela Liberdade!

Friday, April 25, 2008 | 0 Comments

"A opressão nunca conseguiu
suprimir nas pessoas o desejo de viver em liberdade"
Dalai Lama

PANGEA DAY

Thursday, April 24, 2008 | 0 Comments



“Os filmes sozinhos não podem mudar o mundo, mas as pessoas que os assistem podem. Se você tivesse a atenção mundial por cinco minutos, que história você contaria?” Jehane Noujaim

"O que é o Pangea Day?
Num mundo onde as pessoas são cada vez mais divididas por fronteiras, diferenças e conflitos, é preciso trabalhar para vencer essas barreiras e fortalecer a compaixão. Esse é o objectivo do Pangea Day, que procura unir as pessoas para compartilhar ideias e inspirações através de filmes móveis, com o objectivo de ajudar a construir um mundo melhor.A Nokia e o Pangea Day uniram forças e, juntos, foram até comunidades carentes, zonas rurais e áreas de conflito para convidar as pessoas a tornarem-se aspirantes a cineastas. Após distribuir telemóveis com câmeras de vídeo, solicitaram que a comunidade local compartilhasse os seus costumes e seu dia-a-dia com o mundo, unindo culturas e sociedades que antes pouco se conheciam.No dia 10 de maio de 2008, é realizado o Pangea Day, no qual uma série de curtas, músicas e apresentações serão transmitidas ao vivo para o mundo, em seis cidades pelo planeta.

Como podemos participar?
O Pangea Day convida-o a criar um filme e compartilhá-lo com o resto do mundo. No dia 10 de maio de 2008, alguns filmes móveis serão seleccionados e farão parte do Pangea Day, o primeiro evento global dessa natureza. É muito fácil participar. Inspire-se num destes quatro temas, faça o seu filme em qualquer aparelho móvel com vídeo e inscreva seus filmes no website http://www.pangeaday.org/%20e e depois faça o upload do seu filme no www.youtube.com/group/pangeaday.
Também pode inscrever seu filme no http://www.withoutabox.com/
Após submeter seu filme, envie-o por correio para:TED Conferences c/o Pangea Day 55 Vandam, 16th Fl New York, NY - 10013 USA
Filme uma boa acção. Filme a melhor parte do dia. Filme o que o faz sorrir. Filme uma pessoa inspiradora. De preferência em linguagem universal, mais do que com diálogos, toque os outros pelo seu olhar. Os filmes do Pangea Day deverão ser histórias visuais que possam ser entendidas apesar das barreiras de idioma.
O envio deve ser feito até 30 de abril de 2008.
Saber mais: filme de apresentação e site."

Da Amizade e do Amor

Thursday, April 24, 2008 | 0 Comments


Para um amigo tenho sempre um relógio
esquecido em qualquer fundo de algibeira.
Mas esse relógio não marca o tempo inútil.
São restos de tabaco e de ternura rápida.
É um arco-íris de sombra, quente e trémulo.
É um copo de vinho com o meu sangue e o sol.
António Ramos Rosa


fico admirado quando alguém, por acaso e quase sempre
sem motivo, me diz que não sabe o que é o amor.
eu sei exactamente o que é o amor. O amor é saber
que existe uma parte de nós que deixou de nos pertencer.
o amor é saber que vamos perdoar tudo a essa parte
de nós que não é nossa. o amor é sermos fracos.
o amor é ter medo e querer morrer.
José Luís Peixoto

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Mei and Arawn