Escrevo hoje para me recordar, um dia mais tarde, de todos os bons motivos que levaram, neste belo dia de sol lisboeta, a escolher outro país para viver, trabalhar e amar.
A situação actual em Portugal é deprimente. Além do luxo de termos caixas de supermercado licenciados e de ser aconselhável retirar as habilitações académicas do c.v. na hora de procurar emprego, o custo de vida subiu brutalmente e a qualidade de vida tem diminuído a olhos vistos. Chegamos a um ponto em que apenas vivemos para trabalhar. Chegamos a um ponto em que estudar parece não compensar, em que querer ir mais longe é alvo de crítica, em que trabalhar pela excelência gera invejas e inimizades. E eu cheguei ao ponto de não retorno.
Claro que o património humano que construí em Portugal me causa um aperto no coração na hora de sair, mas sejamos honestos: a trabalhar 12 horas por dia, incluindo muitas vezes fins de semana, não resta muito tempo ou energia para viver e desfrutar da companhia de quem gostamos. Assim sendo, tomamos a decisão de procurar melhores condições de vida no resto do mundo! Elementar, caro Watson! Após uma reflexão sobre os países da moda para emigração (Brasil, Angola, EUA, Dubai, etc) consideramos dois países: Austrália e Canadá. Ambos são países com economias prósperas, modernidade, altas taxas de educação populacional, democracia, paz e necessidade de pessoas qualificadas que aí queiram residir e trabalhar. Por outro lado, o espírito destes povos é descontraído, pouco dado a esquemas mafiosos de "quem conhece quem", evoluído, pragmático e com esperança no futuro. Coisa que em Portugal se perdeu.
E sim, precisam de nós. Valorizam o nosso c.v., habilitações e experiência profissional. E isso sabe mesmo bem.
Os maiores bloqueadores de mudança são as crenças. Aprendemos a acreditar que o que é bom era ter um emprego seguro, com contrato, nos quadros. Aprendemos que o risco é mau, que nos pode colocar em maus lençóis. Que não devemos mudar assim de repente. Se não de trabalho quanto mais de país. Se não de país quanto mais de continente. Pois bem, uma notícia para todos: o emprego não é sinónimo de segurança, os contratos existem para serem quebrados por advogados manhosos e estar nos quadros a maioria das vezes é a desculpa perfeita das empresas para não nos permitir evoluir. E quanto à reforma que julgam estar a amealhar nos cofres do Estado, esqueçam-na, é um mito urbano.
O processo que nos permitiu esta reflexão foi uma "ressignificação" das nossas crenças. Foi um exercício de desconstrução das crenças que nos prendiam a certas atitudes e formas de organizar a nossa vida. As crenças são pressuposições, estimativas da realidade, não são a realidade. Porque é que ser mulher, licenciada em Filosofia, com vários anos de experiência profissional em várias áreas, que sabe falar 5 línguas, que é dedicada e profissional não vale nada em Portugal? Porque há a crença comprovada pelos salários de que as mulheres ganham menos, que a Filosofia não serve para nada, que trabalhar em várias áreas é ser salta-pocinhas, falar línguas é vaidade e a dedicação é facilmente ultrapassada pela tendência latina para o compadrio.
A escolha foi a Austrália. Onde ser mulher, com habilitações superiores na área das Ciências Humanas, especificamente em Filosofia, com experiência multifacetada de 15 anos de trabalho,com facilidade em várias línguas não é algo que se retire do currículo. É algo que se valoriza e, segurem-se à cadeira: que se paga! E bem. Onde tudo isto vale mais pontos para conseguir um visto. Onde um Mestrado ou um Doutoramento fazem realmente diferença. Onde estudar e querer saber mais afinal até tem valor.
Por isso, hoje foi o dia em que decidimos mudar o resto das nossas vidas. 
Aos amigos e família, desejem-me apenas a sabedoria e a energia para levar a bom porto esta grande aventura. :)

Together we shine

Friday, July 22, 2011 | 0 Comments

É assim que te quero, amor,
assim, amor, é que eu gosto de ti,
tal como te vestes
e como arranjas
os cabelos e como
a tua boca sorri,
ágil como a água
da fonte sobre as pedras puras,
é assim que te quero, amada,
Ao pão não peço que me ensine,
mas antes que não me falte
em cada dia que passa.
Da luz nada sei, nem donde
vem nem para onde vai,
apenas quero que a luz alumie,
e também não peço à noite explicações,
espero-a e envolve-me,
e assim tu pão e luz
e sombra és.
Chegastes à minha vida
com o que trazias,
feita
de luz e pão e sombra, eu te esperava,
e é assim que preciso de ti,
assim que te amo,
e os que amanhã quiserem ouvir
o que não lhes direi, que o leiam aqui
e retrocedam hoje porque é cedo
para tais argumentos.
Amanhã dar-lhes-emos apenas
uma folha da árvore do nosso amor, uma folha
que há-de cair sobre a terra
como se a tivessem produzido os nosso lábios,
como um beijo caído
das nossas alturas invencíveis
para mostrar o fogo e a ternura
de um amor verdadeiro.
P. Neruda

Light Mood

Wednesday, July 20, 2011 | 0 Comments

Girlish Things :)

Wednesday, July 06, 2011 | 1 Comments

Tenho dois grandes vícios: livros e sapatos. Ofereci a mim mesma pelo meu aniversário 3 livros e um parzinho de sapatos de boneca. É o meu lado de gaja, pronto. ;) E são estes:


Wishes...

Friday, July 01, 2011 | 0 Comments

Dias de Incerteza

Wednesday, June 29, 2011 | 2 Comments


Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão de um quase. É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi. Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou. Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono. 

Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados. Sobra cobardia e falta coragem até para ser feliz. A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai. Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza. O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.


Não é que a fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer. Para os erros há perdão; para os fracassos, oportunidades; para os amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar a alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance. Não deixes que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo te impeça de tentar. Desconfia do destino e acredita em ti. Gasta mais horas realizando que sonhando, fazendo que planeando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu. Sarah Westphal.

Happy B. Day Sweety!

Sunday, June 26, 2011 | 0 Comments

Muitos parabéns querida! 
Estiveste aqui comigo, onde as ondas desenham com fios de água o teu nome. Espero que tenhas passado um dia muito feliz, como todos os dias da tua vida merecem ser. Senti a tua falta mas sei que estiveste junto de mim. Onde as conchas rebolam coloridas, o sol amorna as almas despidas e onde a areia macia é o nosso leito. Beijinhos abraçados. :)

Weekend sweetness

Thursday, June 23, 2011 | 1 Comments


Este fim-de-semana vai ser cheio de coisas boas. Os nossos meninos, da esquerda para a direita, Tarik, Lusa, Beca e Chocapic. :) Nós os dois, muitas flores, campos abertos, o mar estendido aos nossos pés e o amor da família ao colo. São tão boas estas paragens para descansar e recentrar energias no que de mais essencial há na vida.

Despertar: The Tree of Life

Monday, June 20, 2011 | 0 Comments



Realizado por Terrence Malick
Com Brad Pitt, Jessica Chastain, Sean Penn, Hunter McCracken


Antes de mais, um aviso à navegação: não esperem um filme convencional. Abstraiam-se de tudo o que já viram, levem o coração aberto e deixem a alma invadir todos os vossos poros. Respirem fundo. Agora sim. Abram os olhos, os ouvidos, o espírito. 
Serão levados por uma viagem interior, por um poema feito película. O deslumbramento das imagens e da magnífica banda sonora de Alexandre Desplat já seriam suficientes para causar uma introspecção filosófica profunda sobre o sentido da vida. Mas Malick, com a sua narrativa poético-reflexiva, vai mais longe. Muito mais longe. Ou tão perto, tão dentro de nós. Dá-nos um poema visual e afectivo sobre a essência do ser humano, sobre os seus receios, defeitos, virtudes, sonhos, emoções e tudo o mais. Sobre o que de mais essencial nos torna homens, nos influencia enquanto seres humanos nas várias fases da vida. A teoria do caos e da ordem num mesmo fôlego de vida. Não é um filme que se explique. É um filme que se vive. Que se chora. Que se ri. Que se cheira. Que se arrepia. Que se morre. Que se sente. Que se vive. Sem mais.
Por isso, o que estão aí a fazer sentados a ler este post? Vão!
O mais rapidamente possível.
Despertem!

Escrevo-te, escrevendo-me

Thursday, June 16, 2011 | 1 Comments

Não te assustes meu amor se te escrevo, escrevendo-me.
Hoje, as telas que pinto são feitas de teclas e de alavancas, uso as letras como pincéis e as palavras como o óleo denso com que noutros dias costumo pintar.
"Um dia destes pinto-te". Muito compenetrado nos teus pensamentos e com esse teu olhar de deus caído sonhador, onde as vagas da tua alma embatem com a claridade de mil sóis.

Amar assim de repente

Wednesday, June 15, 2011 | 1 Comments



Peço-te desculpa por te amar assim tão de repente.
De te sentir a falta assim num instante.
De chamar o teu nome e de o escrever nas árvores e nos caminhos por onde passo.
Peço desculpa por te querer assim tão de repente.
De sentir que me falta a força e a vontade para sair do teu corpo.
É como se desse um enorme tralho no meio da rua
E o entendimento não acompanha a queda.
E não me conseguisse levantar.
E caiu-me tudo ao chão. As certezas. A paz. A razão.
E faltam-me peças agora. Não consigo reconstruir tudo direitinho.
E sinto que me faltas. Que fiquei sem pé em alto mar.
E tenho tanto medo quando nado sem pé.
Perco tudo em busca de nada. Ou busco nada em troca de tudo.
Viver é aprender a desaprender.

Rabiosa! :D

Tuesday, June 14, 2011 | 0 Comments

STRINGS

Wednesday, June 08, 2011 | 0 Comments


Hoje

Wednesday, June 08, 2011 | 2 Comments

Hoje, não quero falar. Hoje, não posso mudar-te. Por isso emudeço. E mudo. 

Hoje, sei-o: os outros são como são. E tu és como és em cada momento em que vais sendo. Não te posso pedir que mudes, por muitas vezes ou poucas que te peça, tanto faz. Não vais mudar-te naquilo que quero. Se mudares, mudarás apenas para aquilo que quiseres e puderes ser. Não vale de nada ensaiar palavras ou comportamentos, não vale a pena dizer "devias fazer isto ou aquilo" se fazer isto ou aquilo for ser isto e aquilo. 
Hoje, simplesmente, não vai acontecer. O sangue que te corre nas veias terá sempre essa densidade, será sempre o mesmo, mesmo que o tentes drenar e diluir. Mesmo que faças uma transfusão. Mesmo que o desejes com todas as tuas forças.
Hoje queria reverter a rotina. Reverter os dias, as horas, os minutos. Queria fazer rewind como se a vida fosse uma fita de cinema que roda nos dois sentidos. Queria refazer.
Hoje, desapetecem-me as palavras, os carinhos, a subfelicidade. Sinto-me a viver de felicidades pequeninas, de comas sucessivos, suspensos em beijos, em braços, em pedaços de ti, de mim, dos outros. Hoje o futuro parece tão longe, tão inacessível. E eu não me sinto valente.
Hoje, o céu desenha cadáveres cinzentos que me entram pelas narinas e que empurram a minha alma para um lugar recôndito e bafiento. Hoje não quero nada. Mas sei que quero tudo. Que quero demasiado. Que quero desmesuradamente. E sei que esse querer, vulnerável e falível, não cabe dentro de ti, não cabe em nós. Porque nós somos outra coisa.
Hoje consigo sentir a dor a entrar. A invadir todas as células, a tolher os músculos e a ganhar, vitoriosa, a luta. Sei-me de pernas para o ar. E vejo que me caem dos bolsos, por força da gravidade, as convicções que amealhei com tanto carinho e empenho. Se estivesses também de pernas para o ar seria tão mais simples. Poderíamos caminhar sobre o tecto da nossa vida e revirar do avesso os dias. Revolver e voltar a dar.
Hoje queria que lesses nos meus olhos essa angústia porque não consigo falar. Que me abraçasses e que me dissesses que tudo vai correr bem. Que o chão vai voltar a ser chão e não esta massa mortífera que engole o peito do avesso, expondo as veias a céu aberto e espalhando sangue por onde passa. Hoje não quero que me contes os teus problemas mundanos, as guerrilhas do trabalho, as dúvidas e as soluções pragmáticas. Hoje não. Não quero a tua racionalidade. A tua convicção. A tua verdade.
Hoje, só queria que fosses como um papel colorido que, com doçura, envolve em mil camadas protectoras o presente mais frágil, protegendo-me da queda certeira em mil estilhaços. 


In the Wings of Change

Monday, June 06, 2011 | 0 Comments

Mudo de cadeira, sento-me do outro lado da mesa. Mudo o lado da cama, mudo a posição da cama, mudo de camas. Mudo de gel duche, mudo de shampoo. Mudo a massa e o arroz. Como menos, saboreio outras coisas. Mudei até a própria fome. Mudo os sapatos, ando descalça. Mudo as cores. Mudo de emprego. Mudo os caminhos. Apanho outro eléctrico. Mudo de ruas. Mudo de roupas e de penteado. Mudo as palavras. Os gestos. A vontade. Mudo de amores. Amo. Muito. Amo muito. Cada vez mais. Amo de formas diferentes.
Quando deixamos de mudar é porque já estamos mortos.
E tu, mudas?
Tu eras também uma pequena folha
que tremia no meu peito.
O vento da vida pôs-te ali.
A princípio não te vi: não soube
que ias comigo,
até que as tuas raízes
atravessaram o meu peito,
se uniram aos fios do meu sangue,
falaram pela minha boca,
floresceram comigo.
Pablo de Neruda

Amantes

Thursday, June 02, 2011 | 0 Comments


Dois amantes felizes não têm fim nem morte,
nascem e morrem tanta vez enquanto vivem,
são eternos como é a natureza.
Pablo de Neruda

Hoje li isto...

Thursday, June 02, 2011 | 0 Comments

"Não há como comprar um corpo para se vender a alma."

You make me so hot!

Monday, May 30, 2011 | 1 Comments

Different but Cool

Thursday, May 26, 2011 | 0 Comments

I wonder...

Monday, May 23, 2011 | 1 Comments


Este texto bem podia chamar-se "Da Insegurança". Mas não se chamou. Porque quando digo "da insegurança", não quero dizer "insegurança", tal como as pessoas normalmente dizem "és inseguro". Como alguém estranhamente frágil e carente. Não, não é isso. 
Ser inseguro é ter e não ter. É saber que nada nos pertence de facto. Só quem é inseguro pode oferecer segurança e saber exactamente o que ela significa. Ser inseguro é aceitar que o que existe e o que se tem, um dia vai deixar de existir e de se ter. É amar com urgência. É amar. Porque nada é dado como adquirido, por isso, quem é inseguro existe mais urgentemente. Quem é inseguro abraça a sua necessidade de amor, aceita a sua incompletude, vive a sua mortalidade. Só quem é incompleto e se sente completo amando entende o que estou a dizer. "Por isso, a vida sem ti, meu amor, não seria vida". Pensei uma e outra vez nesta frase, que mais do que palavras, me arranca um sentido indizível que me é doloroso explicar. Não seria a vida e a existência que conheço. Mas de que outra poderei falar? De "eus" paralelos que fizeram outras escolhas? Que viveram outros amores? Desses não sei nada. Não experimentei o que eles viveram, não incorporei essas vivências no meu adn. Não sei do que tratam. Não faço a mínima ideia do que são. Não sou eu.
Só sei desta vida que escolhi a teu lado. E é nesta vida que sinto a urgência. Em que um dia sentirei o chão a desaparecer por entre os meus pés, como se tudo fosse um sonho e essa fosse a realidade para a qual acordarei um dia, numa lucidez angustiante. É por isso que quem ama, não ama aos poucochinhos, razoavelmente, educadamente. É por isso que quem ama às vezes parece tolo, quando não o parece o tempo todo. Parece tolo, inseguro, feito daquela insegurança de que as pessoas falam, quando dizem: "és inseguro", sem saber que apenas falam de uma pequena exteriorização, que por vezes nem se manifesta naqueles que realmente sentem a insegurança. Mas aí, não sabem mesmo do que falam e por isso este texto não se chamou "Da Insegurança" porque não iríamos estar a falar da mesma coisa. Não é que eu saiba exactamente do que estou a falar, mas sei que não é isso.

Summer Rain

Wednesday, May 18, 2011 | 0 Comments

É tempo de calçar galochas com vestidos frescos ou calções. Com estas chuvadas tropicais não há outra hipótese! :)

Storm Headache!

Monday, May 16, 2011 | 0 Comments



Hopping this headache of a summer storm comes and goes quickly.  
Stay safe and chill out there!

Prédios que falam :)

Monday, May 09, 2011 | 1 Comments

A minha vizinha ideal é: senhora de idade, que não se importe com o barulho que os jovens do andar de cima podem providenciar e que crie oportunidade a existência de trocas contínuas de bolos entre vizinhos. Mas como esta vizinha ideal não vem no pack de arrendamento/compra de casa temos de nos contentar com aqueles que nos calham na rifa. E já tentámos oferecer um bolo a um certo vizinho? Ou a colocar um papel no elevador só a dizer "Bom dia"? Ou perguntámos "Como foi o seu dia"? Algo mais arrojado, simplesmente. Não é fácil, porque a cultura citadina nao fomenta muito esta ideia rural. Mas é possível: este projecto já tem história. E está a crescer. E nós cada vez mais precisamos disto para Lisboa.

In LeCool  

Viajar :)

Wednesday, May 04, 2011 | 0 Comments

Levo na minha malinha de viagem todos os anseios da minha alma de viajante. De quem se entrega ao mundo sem esperar nada de volta a não ser a volta ao mundo. Levo nas asas coloridas, abertas de par em par, os sonhos e a curiosidade de quem espreita todos os cantos da vida. Levo-te a ti ao peito, por esses doces caminhos que, tantas vezes, a mim mesma me trouxeram. Já fiz boas viagens e boas pessoas me acolheram. Já muitas nuvens me beijaram, mas ainda assim anseio pelo terno abraço das vagas da descoberta. Partimos. Andamos. Aprendemos. Choramos. Amamos. Voltamos.

Me voy a Barcelona :)

Tuesday, May 03, 2011 | 0 Comments


Tuesday, May 03, 2011 | 0 Comments

"...Liberdade, essa palavra
que o sonho humano alimenta
que não há ninguém que explique
e ninguém que não entenda..."

(Romanceiro da Inconfidência)

Cecilia Meireles

I want sun!

Tuesday, May 03, 2011 | 0 Comments

GirlsTea Party

Monday, May 02, 2011 | 0 Comments

Uma bonomia simpática, uma saudade, um sabor de mentolado nos lábios, a circunstância da saudade, de quem está longe, não no espaço, mas no passado.
Bom dia Portugal. Permitam-me primeiro pedir desculpa pela intromissão. Eu, como muitos de vós, também aprecio o conforto da rotina diária, a segurança de um ambiente familiar, a tranquilidade que emana da repetição. Eu aprecio-a tanto quanto qualquer um de vocês. Apesar disso e aproveitando o facto de hoje se festejar o aniversário de uma revolução, pensei se não poderia roubar um pouco do vosso tempo e sugerir que lessem este pequeno texto.
Haverá sempre quem ache que as palavras devem ser silenciadas. Noutros tempos, anteriores à revolução que hoje comemoramos, homens patrulhavam as ruas, outros atentavam aos jornais e televisões temerosos que mensagens como esta pudessem ser distribuídas em panfletos escondidos, ditos numa furtiva emissão de rádio. Porquê?
Porque ao contrário dos bastões e das balas que rapidamente podem ser introduzidos para silenciar alguém, as palavras e as ideias reterão sempre o seu poder. As palavras dão significado, e para aqueles que as ouvem, elas vêm a ser os meios que anunciam a verdade. E a verdade é que há definitivamente alguma coisa errada com este país e com este mundo, não acham? Crueldade e injustiça, intolerância e repressão. E se antes houveram razões palpáveis que te impediam de dizer o que ia na tua alma, agora pareces estar sujeito a uma mordaça intelectual que te impede até de pensar. O medo, o maior de todos os ditadores, esse açaime da liberdade, convidou-te a uma total rendição e tu aceitaste. Como é que isso pôde acontecer? Quem deves culpar desta vez? Não há dúvidas que se olhares para as notícias ou para o teu quotidiano mais próximo, não faltarão culpados, e são tantos que por vezes parecem ser bem mais dos que as vítimas. Verdade seja dita, desde o princípio da História, se quisesses realmente ver o verdadeiro responsável por tudo o que de negativo te rodeia, bastava que te olhasses ao espelho. Eu sei porque o fizeste. Quem não o teria feito? O horror das guerras, a fome, a doença, a morte e a solidão. Quem não teria medo ao olhar para um Mundo como este? Há um sem número de razões e problemas aparentes que te mantêm apertado nesse colete de forças psicológico, mas todas essas razões que garantes estarem lá fora, para tua surpresa, nasceram no teu interior, e se as vês no aparente exterior é, porque a dada altura não aguentando mais o seu peso, as projectaste como um dejecto, fragmentando o teu medo numa infinidade de reflexos dos quais agora dizes ser vítima.
O medo levou-te a melhor uma e outra e outra vez, e ainda não satisfeito, essa parte amedrontada de ti próprio, vendeu-te a ideia de que o medo não é teu, está lá fora e tem muitos nomes e muitas formas: Hitler, Berlusconi, Bush, Saddam, o Sócrates, o Papa, o sexo, o pecado, o sol, a lua, o teu pai, a tua mãe, o teu filho, o teu irmão, o teu amigo, aquele que te estende a mão. Deus e o diabo serão sempre os maiores culpados.
A parte amedrontada que habita na tua mente também poderia ter um nome, mas chamar-lhe de ego seria dar-lhe um poder que ela não tem. Talvez por isso prefira chamar-lhe a incorrecção da mente ou a parte da mente que se revê no erro e faz do seu uso projecção. O único erro foi e ainda é, acreditares que podes viver separado da Fonte onde sempre habitarás enquanto extensão do Seu Amor.
Há 37 anos alguns cidadãos inspirados pela fé de que existe uma outra forma de resolver os problemas, tentaram gravar uma ideia na tua memória. A sua esperança era a de que te lembrasses que justiça, amor e liberdade são mais do que meras palavras, são o teu legado. O que alguns desses cidadãos nos mostraram, foi, que a verdadeira revolução não se faz pelas armas nem pelo ataque, mas com as flores que inspiram à concórdia, à comunhão e à paz. A verdadeira revolução não é um manifesto à culpa, mas uma afirmação da verdade. A verdadeira revolução é chamares a ti a responsabilidade de tudo o que vês e como vês, assumindo o teu verdadeiro papel de decisor. A verdadeira revolução é pacífica e também se chama perdão. Talvez por isso, até porque ontem também foi comemorada uma outra revolução, para te lembrares do princípio do erro, a Páscoa e o 25 de Abril deram pela primeira vez a mão.

Arrastão do Blog do Duarte: http://duarte-higherlove.blogspot.com/

Smooth Waters

Wednesday, April 27, 2011 | 0 Comments

Water smooth as rippling silk,
reflecting the mercury silver sky,
gently surrenders to the shoreline
in one endlessly billowing caress.
Its waves aroused by the wind's embrace
and cherry blossom kisses on upturned face,
I envy its singleness of purpose,
its relentless pursuit of dry ground;
love in pursuit of a heart;
love so completely found.

Animal Instinct

Tuesday, April 19, 2011 | 0 Comments



Ternura

Eu te peço perdão por te amar de repente
Embora o meu amor
seja uma velha canção nos teus ouvidos
Das horas que passei à sombra dos teus gestos
Bebendo em tua boca o perfume dos sorrisos
Das noites que vivi acalentando
Pela graça indizível
dos teus passos eternamente fugindo
Trago a doçura
dos que aceitam melancolicamente.
E posso te dizer
que o grande afeto que te deixo
Não traz o exaspero das lágrimas
nem a fascinação das promessas
Nem as misteriosas palavras
dos véus da alma...
É um sossego, uma unção,
um transbordamento de carícias
E só te pede que te repouses quieta,
muito quieta
E deixes que as mãos cálidas da noite
encontrem sem fatalidade
o olhar estático da aurora.
V. de Moraes

Strengh Words: ALOHA!

Monday, April 18, 2011 | 0 Comments

Aloha in the Hawaiian language means affection, love, peace, compassion and mercy. Since the middle of the 19th century, it also has come to be used as an English greeting to say goodbye and hello. Currently, it is mostly used in the sense of hello; however, it is used as the above.
The word aloha derives from the Proto-Polynesian root *qarofa, and ultimately from Proto-Malayo-Polynesian. It has cognates in other Polynesian languages, such as Samoan alofa and Māori aroha, also meaning "love."
A folk etymology claims that it derives from a compound of the Hawaiian words "alo" meaning "presence", "front", "face", or "share"; and "ha", meaning "breath of life" or "essence of life." Although "alo" does indeed mean "presence" etc., the word for breath is spelled with a macron or kahakō over the "a" (hā) whereas the word aloha does not have a long "a". (in Wikipédia)


Desde que fui ao Hawai e me dedicaram este cumprimento, um dos cumprimentos mais bonitos que a humanidade criou, que não me canso de o usar. Aloha é o termo que dedico aos amigos a quem quero bem, a quem desejo amor, paz e que espero que todos os dias respirem a essência da vida. É uma palavra de afecto e de força, de carinho e de solidariedade. Por isso, para aqueles de quem gosto: Aloha!

Hard Days: Da Coragem!

Thursday, April 14, 2011 | 0 Comments


A coragem acompanha a realidade, não luta contra ela; não é sinónimo de agressão, é resultado da aceitação do que se pode fazer e do que não é possível mudar.

A coragem não reside somente nas grandes ousadias, mas também nas pequenas conquistas diárias sobre o pessimismo, sobre a incompreensão, sobre o medo, sobre a rigidez de atitudes e idéias.

A coragem acontece quando, mesmo ansiosos perante o novo, continuamos em frente e nos aventuramos a viver o hoje, sem deixar que o medo do futuro paralise nossas vidas.

A coragem, dizia Aristóteles, é a medida certa entre a cobardia e a intrepidez. Não é imune ao medo, antes pelo contrário, encontra na vontade formas de superar os obstáculos e o próprio temor.

Vamos a isso!

Biquini Time!

Friday, April 08, 2011 | 0 Comments

O meu biquini já espreita da gaveta este tempo solarengo, já adivinha nas fibras e pelas fitinhas abaixo o estremecer da água salgada, o morno beijo do sol e o cheirinho exótico do protector solar. Já está pronto a saltar da gaveta e a envolver-me em promessas de dias longos, em deixar-se rebolar na areia e em abraçar a minha pele que aos poucos vai ficando mais dourada. O meu biquini está com esperanças de ir à praia este fim-de-semana! :)

Sweet Musics: Valentine

Wednesday, April 06, 2011 | 0 Comments


Kina Grannis - Valentine from Ross Ching on Vimeo.
Género: Action | Fantasy
Elenco:
Jon Hamm, Vanessa Hudgens, Jamie Chung, Abbie Cornish
Director:
Zack Snyder
Argumento:
Zack Snyder, Steve Shibuya 



Zack Snyder de ‘300’ e ‘Watchmen’  tem sido frequentemente perdoado ou crucificado como um  mero realizador visual. Mas, ao contrário dessas duas obras, em que havia uma história de culto já construída, Snyder peca por ambicionar fazer algo original, escrevendo ele mesmo o argumento e tornando-o demasiado confuso quer nas linguagens apresentadas como na própria orgânica da história. Temos uma mixelândia de temas, desde a prostituição forçada a execuções a sangre frio, pedofilia, zombis nazis, dragões e manicómios burlescos.
Intocável na faceta estética, produzindo realidades alternativas como um Inception invertido, em que as acções imaginadas se tornam reais, Sucker Punch é uma obra sobretudo visual. 
Se em 300 tínhamos acção e estética viril, aqui temos essas dimensões em termos bélico-burlescos. E nesse sentido, este filme é uma delícia para os sentidos, um delírio de acção ao estilo manga, com fetichismo a rodos e guerreiras com muito sex-appeal. 
Destaco ainda a banda sonora electrizante: Björk, Queen, Pixies, Eurythmics, The Stooges, Skunk Anansie, entre outros, sempre com remixs poderosos e muito bem conseguidos.
Algumas cenas estão magnificamente orquestradas, como é o caso do confronto em campo alemão, em plena II Grande Guerra. 
Pena o início e o fim do filme não combinarem e acusarem a imaturidade de Snyder como argumentista. Contudo, para os apreciadores do género épico-fantasista, como é o meu caso, não deixa de ser um cocktail extramente saboroso e que sai da área de conforto hollywoodesca para um nível de inconformismo, beleza e originalidade louváveis.
Vejam os cartazes das meninas, que já cá estavam em Junho do ano passado enquanto esperava pacientemente pela estreia em território nacional: http://butterfliesfairies.blogspot.com/search?q=sucker+punch


Na Mitologia Grega Volúptia ou Volúpia, era filha de Eros (Amor) e Psiquê (Alma). Volúpia era uma fada que quando tocava na água se transformava em sereia e tinha asas de borboleta gigantes. É a deusa da virtude. Descrita como uma deusa travessa é o deusa do prazer. Mais do que bela, é assim que me sinto. Voluptuosa. Com a pele a arder, com a alma a roçar o corpo em cada pensamento. O meu corpo e o dos outros. E é tão bom estarmos neste estado de graça sensual, de pura vontade de ser e de sentir. Sem artifícios, sem inocência mascarada nem faz-de-conta. Só a consciência imediata de sermos seres feitos de arrebatamento e vigor, de força e fogo.

Love the way you...

Tuesday, March 29, 2011 | 0 Comments

Welcome Spring!

Monday, March 21, 2011 | 0 Comments

How I love our spring: 
The bold and sleeker feel I get, 
An inner glow, a ring! 
I’ve paid the winter’s chilly debt, so
Now upon the wing! :)

Cinemania em dia: King's Speech

Tuesday, March 01, 2011 | 1 Comments



Não deixem de ver o grande vencedor dos Óscares.
Colin Firth está portentoso. Geoffrey Rush surpreendente. Os dois acabam por transformar este argumento, inicialmente produzido para o teatro e posteriormente transformado num projecto de cinema por mão de Geoffrey Rush, que se tornou o seu produtor executivo, numa obra de exquisita beleza e que arrecadou, inevitavelmente, os mais relevantes Óscares da Academia nas suas categorias mais importantes. Digam o que dizerem alguns críticos de língua bífida, esta é uma obra a não perder. Verdade seja dita que a história é simples, mas bem contada. Verdade seja dita que o formato inicial destinado ao teatro a dota de um certo conservadorismo e previsibilidade. Verdade seja dita que os dois principais actores é que a tornam sublime e única. Verdade seja dita que o filme não surpreende nem nos coça a parte de trás do cérebro, mas emociona-nos ao ponto das lágrimas e faz-nos sorrir em algumas das melhores cenas entre Firth e Rush e, sobretudo, deixa um sentimento de aprazibilidade que se prolonga ao longo do tempo e que nos faz partilhar com todos os nossos amigos o quanto gostámos do filme.
Para os mais puristas da originalidade e da imprevisibilidade não será um favorito, mas para mim, simples amante do bom cinema, encheu-me as medidas.

How do We Know

Tuesday, March 01, 2011 | 0 Comments



Sweetest melodies by Katie Costello
Set to release in early 2011, Katie’s album Lamplight is a collection of contagiously melodic, clever and soulful piano driven pop songs that will capture the hearts (and ears) of many. “Ashes Ashes”offers a sweet taste of the upcoming album, while the lyrical “How Do We Know” is taken from Katie’s latest EP.

Crash Into You

Monday, February 28, 2011 | 0 Comments

Cheguei disfarçada
pela luz do entardecer
o desejo a sair-me pela boca
o coração a tremer.
Cheguei de olhos fechados
perdida nas ruelas
conheci os teus atalhos
pintei-te em mil aguarelas

Cheguei diferente,
Cheguei ofegante,
Pelos teus segredos
entreguei o meu castelo andante.






Enfrentei a tua espada
num confronto sem medos
de coragem rosada
dei-me ao torpor dos teus dedos
Saí de alma escancarada
da timidez  liberta
expus a enseada
de vontade desperta.

Saí diferente,
Saí ofegante,
Pelos teus segredos
entreguei a minha alma de amante.

Miss Ya!

Wednesday, February 23, 2011 | 0 Comments

Nos dias de sol - não sei porquê - sinto mais a tua falta.

SOL! Finalmente!

Wednesday, February 23, 2011 | 0 Comments

AH! QUEREM uma luz melhor que
a do Sol!
Querem prados mais verdes do que estes!
Querem flores mais belas do que estas
que vejo!
A mim este Sol, estes prados, estas flores contentam-me.
Mas, se acaso me descontentam,
O que quero é um sol mais sol
que o Sol,
O que quero é prados mais prados
que estes prados,
O que quero é flores mais estas flores
que estas flores -
Tudo mais ideal do que é do mesmo modo e da mesma maneira!
Alberto Caeiro, in "Poemas Inconjuntos"

The Gift, um novo disco!

Wednesday, February 23, 2011 | 0 Comments

Uns anos mais tarde, um disco novo...

Os anos foram longos, demorados, ou aquilo que nós chamamos a espera ideal para quando se querem fazer as coisas certas, na altura certa...

O novo disco dos The Gift está composto, gravado, misturado, masterizado e pronto para que o mundo o descubra.

Hoje mesmo e até ao dia 27 de Fevereiro através do site www.thegift.pt podes adquirir as onze canções que compõem o novo disco. O preço? Dá o que achares justo. Dá o que puderes dar. Dá aquilo que quiseres dar...

Inscreve-te hoje no site, segue os passos e recebe a partir do dia 28 de Fevereiro uma canção por dia. No total serão onze dias com uma música nova na sua caixa de correio... Onze dias, um disco novo, alguns anos depois…

O novo disco dos The Gift está aí, é real e pronto para ser ouvido.

Comercialmente ainda não existe data oficial de lançamento e esta torna-se a única maneira de ouvir em primeira mão este novo disco.

Recorde-se que os The Gift têm já anunciados espectáculos em Lisboa no Teatro Tivoli nos dias 17, 18 e 19 de Março bem como em Madrid no Teatro Circo Price a 7 de Maio.

Para estes concertos a banda criou uma inovadora maneira de trazer pessoas de fora da capital aos espectáculos, criando o The Gift Experience Pack.

Este pack é um pacote que inclui bilhetes duplos para os concertos, viagem de comboio, hotel de 4 estrelas entre uma série de outras ofertas únicas e exclusivas.

Uns anos mais tarde, um disco novo... Inscreve-te, paga o que quiseres e desfruta.

www.thegift.pt

Junta-te aos The Gift nas redes sociais:

www.facebook.com/The.Gift.Official

www.myspace.com/thegiftpt

Da Volúpia

Friday, February 18, 2011 | 0 Comments

No divino impudor da mocidade,
Nesse êxtase pagão que vence a sorte,
Num frémito vibrante de ansiedade,
Dou-te o meu corpo prometido à morte!

A sombra entre a mentira e a verdade...
A núvem que arrastou o vento norte...
--- Meu corpo! Trago nele um vinho forte:
Meus beijos de volúpia e de maldade!

Trago dálias vermelhas no regaço...
São os dedos do sol quando te abraço,
Cravados no teu peito como lanças!
E do meu corpo os leves arabescos

Vão-te envolvendo em círculos dantescos
Felinamente, em voluptuosas danças...

Florbela Espanca

In the Wings of Desire...

Friday, February 18, 2011 | 1 Comments

Desejo é desejo, onde quer que estejas no mundo, seja qual fôr a língua que falas, seja qual for o meio que usas para o racionalizar. Não há volta a dar-lhe, simplesmente.

Warming Up!

Tuesday, February 15, 2011 | 0 Comments

The Muppets: Bohemian Rhapsody

Sunday, February 13, 2011 | 0 Comments

Reaching for Love Balance

Monday, January 31, 2011 | 0 Comments

About

Mei and Arawn